A Argentina pode ultrapassar o Brasil neste domingo e se tornar o país com mais jogadores bicampeões da Copa do Mundo. Se derrotar a Espanha na final, 17 integrantes do atual elenco conquistarão o torneio pela segunda vez. A seleção passará a reunir 18 atletas com pelo menos duas taças, contra 16 brasileiros, e a lista geral crescerá de 21 para 38 nomes.
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A conta considera todos os jogadores inscritos nos elencos campeões, independentemente de terem entrado em campo. Também inclui Pelé: embora seja tricampeão, o brasileiro evidentemente pertence ao grupo de atletas que conquistaram a Copa pelo menos duas vezes. Para evitar confusão, a relação abaixo indica que ele é o único jogador com três títulos.
Os 21 jogadores que já conquistaram pelo menos duas Copas
Brasil — 16:
Pelé — 1958, 1962 e 1970, único tricampeão;
Bellini — 1958 e 1962;
Castilho — 1958 e 1962;
Didi — 1958 e 1962;
Djalma Santos — 1958 e 1962;
Garrincha — 1958 e 1962;
Gilmar — 1958 e 1962;
Mauro Ramos — 1958 e 1962;
Nilton Santos — 1958 e 1962;
Pepe — 1958 e 1962;
Vavá — 1958 e 1962;
Zagallo — 1958 e 1962;
Zito — 1958 e 1962;
Zózimo — 1958 e 1962;
Cafu — 1994 e 2002;
Ronaldo — 1994 e 2002.
Itália — 4:
Giovanni Ferrari — 1934 e 1938;
Guido Masetti — 1934 e 1938;
Giuseppe Meazza — 1934 e 1938;
Eraldo Monzeglio — 1934 e 1938.
Argentina — 1:
Daniel Passarella — 1978 e 1986.
O Brasil lidera atualmente a relação por nacionalidade, com 16 jogadores que conquistaram a Copa ao menos duas vezes. A Itália aparece em seguida, com quatro, e a Argentina tem apenas Passarella. Campeão como capitão em 1978, o ex-zagueiro também fez parte do elenco comandado por Carlos Bilardo no título de 1986.
Como está o ranking por nacionalidade
Brasil — 16;
Itália — 4;
Argentina — 1.
Como ficará se a Argentina for campeã
Argentina — 18;
Brasil — 16;
Itália — 4.
Dos 26 campeões argentinos no Catar, 17 voltaram a ser inscritos por Lionel Scaloni para a Copa de 2026. A relação reúne a base da equipe que derrotou a França na decisão de 2022 e também jogadores que tiveram menos espaço naquela campanha, como Gerónimo Rulli, Exequiel Palacios e Thiago Almada.
Os 17 argentinos que podem conquistar a segunda Copa
Goleiros:
Emiliano Martínez;
Gerónimo Rulli.
Defensores:
Nahuel Molina;
Cristian Romero;
Nicolás Otamendi;
Lisandro Martínez;
Nicolás Tagliafico;
Gonzalo Montiel.
Meio-campistas:
Rodrigo De Paul;
Leandro Paredes;
Enzo Fernández;
Alexis Mac Allister;
Exequiel Palacios.
Atacantes:
Lionel Messi;
Julián Álvarez;
Lautaro Martínez;
Thiago Almada.
Nicolás González não integra essa relação. Embora tenha sido convocado inicialmente para a Copa de 2022, o atacante foi cortado por lesão antes do começo da competição e substituído por Ángel Correa. Oficialmente, portanto, não fez parte do elenco campeão no Catar.
Uma vitória sobre a Espanha elevaria de 21 para 38 o número de jogadores com pelo menos dois títulos mundiais. A Argentina passaria de um para 18 nomes e assumiria a liderança do ranking, dois à frente do Brasil. A conquista também faria a seleção repetir um título pela primeira vez em 64 anos: o último país campeão em duas edições consecutivas foi o Brasil, em 1958 e 1962.

