Documentário dirigido por Eduardo Boccaletti percorre a trajetória do pianista autodidata Moisés Mattos, desde a pobreza no interior de Minas, onde treinava com um piano invisível, até aos palcos mais prestigiados da Europa.
Ambientado no início do século XX, o longa de Flavia Castro— com Luiza Mariani, Eduardo Moscovis e Karine Teles— mostra uma dramaturga em busca de reconhecimento profissional e pessoal.
‘D.P.A. 4 – o fantástico reino de Ondion’
Quarta instalação da franquia nacional os “Detetives do Prédio Azul”. No filme, os detetives Mel e Zeca partem em busca de Max, que desapareceu sem explicação. A investigação os leva ao Reino de Ondion, onde eles precisam salvar o amigo e frustrar os planos de Rumorum e Juks de tomar o controle do lugar. Direção de Mauro Lima.
Nesta comédia romântica estrelada por Elizabeth Olsen e Miles Teller, todos precisam escolher com quem passar a eternidade após a morte. Joan (Olsen) fica dividida entre duas opções: o homem com quem passou a vida ou o primeiro amor, que morreu quando jovem e a esperou por décadas. Dirigido por David Freyne.
‘Five nights at Freddy’s 2’
Segunda parte do filme de terror sobrenatural, passado um ano após o pesadelo na Freddy Fazbear’s Pizza. A jovem Abby foge para encontrar os amigos animatrônicos e acaba provocando novos acontecimentos assustadores e trazendo à tona segredos antigos da pizzaria. Estrelado por Josh Hutcherson e dirigido por Emma Tammi.
‘Foi apenas um acidente’
Palma de Ouro no Festival de Cannes, “Foi apenas um acidente” não é um filme sobre vingança como tem sido descrito por aí. A vingança é o pano de fundo, mas o que importa na história é a construção de uma paranoia comum em regimes totalitários, sobretudo um que seu diretor, o cineasta Jafar Panahi, conhece muito bem e por qual já foi condenado à prisão mais de uma vez (a última, aliás, nesta semana): a teocracia iraniana. Apesar de toda a dramaticidade do enredo, “Foi apenas um acidente” guia sua história com uma certa leveza e até humor negro. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica.
Ação estrelada por Robert De Niro, Jamie Foxx e Scott Eastwood, com direção de Brad Furman. Um ex-agente (Eastwood) é convocado pelo governo para uma missão que tem como alvo Bokushi (Foxx), líder de um culto do qual o próprio ex-oficial já fez parte.
‘Twinless – um gêmeo a menos’
Vencedor do Prêmio do Público no Festival de Sundance. Após a morte do irmão gêmeo, Roman (Dylan O’Brien) procura um grupo de apoio para pessoas na mesma situação. Lá, ele conhece Dennis (James Sweeney, também diretor) e os dois embarcam em uma amizade intensa e complexa.
‘Monsta X: Connect X in cinemas’
Documentário registra a trajetória de dez anos do grupo de k-pop MONSTA X, incluindo o show de 2025 “MONSTA X CONNECT X”, o primeiro com a banda completo em seis anos. Domingo.
‘Mostra Imaginários Cariocas’. A partir de segunda, a Cinemateca do MAM recebe 55 filmes, entre curtas e longas, que propõem um mergulho nas múltiplas representações da cidade. O festival abre com a pré-estreia de “Papagaios”, de Douglas Soares, que venceu 4 Kikitos no Festival de Gramado de 2025, incluindo Melhor Filme pelo Júri Popular e Ator (Gero Camilo) (seg, 19h). A programação inclui rodas de conversa e debates. Até 21 de dezembro.
‘Nouvelle Vague Japonesa: Lirismo e Subversão’. A mostra ocupa a CAIXA Cultural a partir de terça, com 24 filmes que retratam a juventude do Japão dos anos 1960 e 1970. Entre os destaques, estão títulos de diretores consagrados, como “A mulher da areia”, de Hiroshi Teshigahara, vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes de 1964 e “O profundo desejo dos deuses”, de Shohei Imamura. A sessão de abertura será com “O garoto Toshio”, de Nagisa Oshima (ter, 17h10), seguida de uma apresentação de Taiko, performance musical e corporal com tambores de diferentes timbres. A programação inclui, ainda, um minicurso e bate-papos. Programação gratuita. Até 21 de dezembro.
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16° Festival de Cinema Francês do Brasil. Até o ano passado conhecido como Festival Varilux, a mostra reúne 20 longas inéditos, incluindo produções premiadas nos festivais de Cannes e de Veneza, e uma homenagem ao ator e cineasta Pierre Richard. Entre os títulos mais esperados, estão “Vizinhos bárbaros”, de Julie Delpy, “Mãos à obra”, de Valérie Donzelli, e “A mulher mais rica do mundo”, com Isabelle Huppert. Ainda haverá sessões com a presença de diretores e atores para debates com o público e uma mostra gratuita de curtas de realidade virtual. Confira a programação completa aqui.
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‘Dobra — Festival Internacional de Cinema Experimental’. A partir de quarta, a mostra ocupa o CCBB com 74 produções nacionais de diferentes gerações. Na abertura (18h), sete curtas que têm o Rio de Janeiro como cenário. A programação inclui “Pátio”, primeiro filme de Glauber Rocha (qui, 4, às 17h), além de mesas de conversa, oficina e performance. Retirada de ingressos a partir das 9h no dia de cada sessão, na bilheteria ou no site do CCBB. Até 7 de dezembro.
Filmes que seguem em cartaz
Novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner Moura — ambos premiados em Cannes —, e forte candidato a indicações ao Oscar. O thriller sobre um professor que foge de São Paulo para Pernambuco trata de preservação da memória, busca pela verdade e a vida sob paranoia e opressão, temas que se conectam a obras anteriores do diretor. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica.
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Assinado pelo cineasta grego Yorgos Lanthimos, “Bugonia” é um remake de “Salve o planeta verde!” (2003), do sul-coreano Jang Joon-hwan. Além do enredo, os filmes têm elementos em comum, como o destaque destinado ao corpo, alvo de feridas e mutilações, e a transição da história, do humor pastelão para a atmosfera macabra. Estrelado por Emma Stone e Jesse Plemons, exibido no Festival de Veneza e na Mostra de São Paulo. Bonequinho olha: leia a crítica.
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Coprodução belga-holandesa que recebeu uma menção especial na seção Geração Kplus do Festival de Berlim acompanha um pré-adolescente que se apaixona por seu novo vizinho e, ao viver o primeiro amor, vê nascer dúvidas que abalam suas certezas.
Refilmagem de uma comédia canadense de 1970, revisitada pela diretora Chloé Robichaud, que apresenta de forma quase didática e com muito humor a rotina de dois casais bem de vida em Quebec. Já o cotidiano conjugal deixa muito a desejar. Violette (Laurence Lebouef), mãe de um bebê, corta um dobrado para conciliar maternidade, marido, sexualidade. Já Florence (Karine Gonthier-Hyndman), mãe de um menino de 10 anos, se sustenta à base de antidepressivos, recorrente ponta de triângulos amorosos contemporâneos. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
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‘Eu e meu avô Nihonjin’
Baseada no livro de Oscar Nakasato, vencedor do Prêmio Jabuti, a animação acompanha Noboru, menino de 10 anos descendente de japoneses que vai atrás da história de sua família. Direção de Célia Catunda, criadora de “O show da Luna” e “Peixonauta”.
‘Guarde o coração na palma da mão e caminhe’
A partir de chamadas de vídeo pelo celular, o documentário acompanha à distância um ano da vida da jovem fotojornalista palestina Fatma Hassona, entre 2024 e 2025, em Gaza. O filme é composto sobretudo pelas conversas entre a protagonista e a diretora iraniana Sepideh Farsi e por fotografias feitas por Hassona durante a guerra. A postura de Hassona frente a tudo isso é um contraste à dor da guerra. Ela demonstra uma alegria genuína em ver pela pequena tela do celular a possibilidade de um mundo diferente do seu. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
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Maior bilheteria do cinema argentino pós-pandemia, a comédia reúne 16 histórias independentes com Guillermo Francella (da série “Meu querido zelador”) em crítica social bem-humorada. Direção de Mariano Cohn e Gastón Duprat.
Após anos de parceria com o irmão, Ethan Coen retorna solo com este longa que mistura de noir e comédia ácida. O filme acompanha uma detetive que investiga mortes ligadas a uma igreja misteriosa. A narrativa entrega aos poucos pequenas reviravoltas que aguçam a curiosidade do espectador, mas que, ao final, carecem de uma coesão dramatúrgica. Bonequinho olha: leia a crítica.
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Depois de quase sete anos em cartaz no teatro, Miá Mello leva ao cinema a adaptação do best-seller de Thaís Vilarinho. Na comédia, ela vive uma mulher bem-sucedida que vê a vida virar ao avesso após a chegada da primeira filha. Com Danton Mello e Malu Valle, e direção de Manuh Fontes.
Antonio Pitanga aborda a terrível prática do racismo por meio da evocação da Revolta dos Malês, que ocorreu em Salvador, em 1835, liderada por integrantes — escravizados e libertos — da população negra muçulmana. Na direção, Pitanga conduz os filhos Camila e Rocco Pitanga, escalados para papéis importantes. Classificação: 16 anos. Bonequinho olha: leia a crítica.
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‘Mauricio de Sousa — O filme’
Os diretores Pedro Vasconcelos e Rafael Salgado traçam um painel da trajetória do cartunista Mauricio de Sousa desde a infância, na década de 1940, em Mogi das Cruzes, até a consagração com a Turma da Mônica. Bonequinho olha: leia a crítica.
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A cineasta britânica Lynne Ramsay tem como característica filmes oníricos e ao mesmo tempo realistas a serviço de esclarecer a profundidade psicológica de personagens complexos e inquietantes. A diretora adota a mesma cartilha em “Morra, amor” para ilustrar a depressão pós-parto, e o resultado repete a irregularidade de seu longa anterior. A história apresenta o casal Grace (Jennifer Lawrence) e Jackson (Robert Pattinson), que resolve se mudar de Nova York para Montana. A vida começa a complicar quando eles têm um um filho. A maternidade de Grace, em vez de se parecer com uma bênção, se torna numa espiral que remete à insanidade. Bonequinho olha: leia a crítica.
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‘A natureza das coisas invisíveis’
Exibido no Festival de Berlim, a coprodução de Brasil e Chile dirigida por Rafaela Camelo explora a amizade entre duas crianças unidas pelo luto. Glória passa as férias no hospital onde a mãe trabalha e faz amizade com Sofia, que acredita que a piora da bisavó está ligada à internação.
‘O Natal da Patrulha Canina’
Nesta animação da franquia de sucesso, os filhotes precisam salvar o Natal da cidade quando o Papai Noel fica doente e o prefeito quer roubar os presentes.
Com 25 prêmios, o documentário de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, que registraram yanomamis por anos, acompanha um ritual fúnebre da comunidade Watoriki. A partir do testemunho do xamã Davi Kopenawa, o longa serve de alerta diante das ameaças à Amazônia.
Nesta coprodução entre Brasil e EUA, dirigida por José Eduardo Belmonte, dois imigrantes latinos sem documentos em uma Detroit pós-pandêmica se veem no centro de um crime ao salvar a única testemunha: uma mulher americana com uma síndrome rara. Com Vinícius de Oliveira (“Central do Brasil”), Daniel Hendler, Angela Sarafyan e Alessandra Negrini.
Treze anos é a idade de Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) em “Os incompreendidos” (1959), do protagonista da recente minissérie britânica “Adolescência” e também da influenciadora interpretada por Klara Castanho em “#SalveRosa”. Classificação: 16 anos. Bonequinho olha: leia a crítica.
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Dirigido por Cris D’Amato, escrito por Paulo Cursino e com Leandro Hassum na pele do protagonista, o filme é centrado no breve período, em 1989, em que ele o icônico apresentador concorreu às eleições presidenciais. Silvio surge na tela como um indivíduo quase perfeito: patrão generoso, profissional que não mede esforços para divertir o povo, homem voltado para a priorização da própria família. Bonequinho olha: leia a crítica.
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Glen Powell protagoniza o remake do longa de 1987 estrelado por Arnold Schwarzenegger e inspirado em livro de Stephen King. Em futuro próximo, para salvar a filha doente, um homem se inscreve num programa de TV em que os participantes são caçados por assassinos durante 30 dias. Josh Brolin, William H. Macy e Michael Cera completam o elenco, sob direção de Edgar Wright.
A cabeleireira e empresária Neide (Cacau Protásio) curte sua liberdade depois que os filhos saíram de casa, mas tudo muda quando seu namorado (Marcelo Laham), a pede em casamento. Direção de Cris D’Amato.
‘The Rocky Horror Picture Show’
Clássico cult completa 50 anos de lançamento, e acompanha Brad e Janet, um casal que, após um pneu furado, busca abrigo em uma mansão habitada pelo excêntrico Dr. Frank-N-Furter.
‘Truque de mestre – o 3° ato’
No novo capítulo da saga, a equipe de ilusionistas conhecida como ‘os quatro cavaleiros’ — Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson), Jack Wilder (Dave Franco) e Henley Reeves (Isla Fisher) — retornam com novos integrantes e um golpe ainda mais ousado: um assalto a uma das joias mais valiosas do mundo. Dirigido por Ruben Fleischer.
Com Rodrigo Santoro no elenco, o filme de Gabriel Mascaro — premiado em Berlim e pré-selecionado para representar o Brasil no Oscar 2026 — acompanha a saga de Tereza (Denise Weinberg), de 77 anos, que embarca em uma jornada na Amazônia para realizar seu último desejo em meio a um Brasil distópico que isola idosos compulsoriamente. Leia a crítica: Bonequinho aplaude de pé.
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‘Uma mulher sem filtro’
Com direção de Arthur Fontes, a comédia acompanha Bia (Fabiula Nascimento), uma publicitária estressada que chega a um limite quando a influenciadora Paloma (Camila Queiroz) assume o cargo que ela almejava. Depois de buscar ajuda esotérica, Bia perde qualquer filtro social.
Depois de um ano, conforme prometido, chega ao circuito “Wicked: parte II”, a conclusão da adaptação do veterano musical da Broadway. O diretor Jon M. Chu entrega o segundo ato da história com os mesmos acertos e erros do filme anterior. A trama segue de onde o primeiro filme parou; com Elphaba (Cynthia Erivo) sendo catalogada como a Bruxa Má do Oeste. Ela se esconde na floresta de Oz, enquanto luta pela liberdade dos animais que foram silenciados. Já Glinda (Ariana Grande), a Bruxa Boa do Norte, assumiu seu papel de glamour e bondade, vivendo no palácio da Cidade Esmeralda. Bonequinho olha: leia a crítica.
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A sequência da animação da Disney acompanha a coelha Judy e a raposa Nick em uma nova investigação para prender Gary, uma serpente misteriosa. Dirigido por Jared Bush (“Encanto”) e Byron Howard (“Bolt – o supercão”).

