Um dos maiores nomes da MPB, Chico Buarque completa 81 anos no dia 19. E, de carona na data, o artista — que passou por uma cirurgia eletiva na cabeça na terça-feira para tratar uma hidrocefalia — recebe diversas homenagens nos próximos dias.
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Sexta-feira (6), volta ao cartaz, no Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, o musical “Nossa história com Chico Buarque”. Com Laila Garin, Soraya Ravenle, Cyda Moreno e Flávio Bauraqui à frente do elenco, o espetáculo dirigido por Rafael Gomes (que assina o texto com Vinicius Calderoni) passeia pelo rico repertório do músico — de “Construção a “Roda viva” e “A banda” —para abordar a recente história política e social brasileira pela perspectiva de 21 personagens, durante três períodos-chave: 1968, 1989 e 2022 (Quinta e sexta, às 19h. Sábado, às 15h e 19h. Domingo, às 17h. De R$ 50 a R$ 80. 12 anos. Até 29 de junho).
Também na sexta (6), Theo Bial lança no Blue Note, em Copacabana, o álbum “Theo Bial canta Chico”, com releituras para clássicos como “Homenagem ao malandro” e “Essa moça tá diferente” (sexta, às 22h30; de R$ 60 a R$ 120).
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Sábado (7), no Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia, é a vez de o grupo Mulheres de Chico homenagear o autor de “Ópera do Malandro”, com participação especial da cantora Ana Costa (sábado, às 19h30; de R$ 84 a R$ 98, com 1kg de alimento). O quarteto Escafandristas, recém-criado em homenagem ao aniversariante do mês, se apresenta na Casa do Choro, no Centro, na quarta-feira, dia 11 (às 19h; R$ 60), com direito a repeteco no dia seguinte.
Tem até programação para a criançada: no Teatro II do CCBB, segue em cartaz até o dia 29 a montagem da companhia brasiliense Amacaca em Trânsito de “Os Saltimbancos” (sábado e domingo, às 15h; R$ 30), que — embalado por composições de Chico como “Bicharia” e “História de uma gata”, adaptadas do original italiano — faz uma ode à união e à luta por um mundo mais justo.

