Apesar das dificuldades, os esforços para o resgate das vítimas da grande enchente na fronteira entre o Nepal e o Tibete (região autônoma controlada pela China) continuam quatro dias após o desastre, que deixou ao menos 682 mortos e quase 3 mil desaparecidos. Enquanto imagens, depoimentos e dados circulam de maneira facilitada em território nepalês, jornalistas relatam que informações verificadas sobre a situação no lado tibetano têm sido mais escassas pelas restrições impostas por Pequim, em uma região cuja história é marcada por décadas de tensões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

