Lá fora está chovendo. Uma chuva que chove sem parar desde o fim de agosto. Por favor, chuva chinfrim, não molhe mais o Rio assim. Pense nos vendedores de mate e de biscoito, do Leme ao Pontal. Nos que dependem do sol para o aluguel de seus guarda-sóis. No próprio Sol, que tem de se pôr, clandestinamente, atrás do Dois Irmãos, carente da plateia e do aplauso do Arpoador. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Chove, chuva pluvimedonha
