Em abril, o presidente Lula dizia não ter certeza se disputaria a reeleição. No fim daquele mês, seu ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, foi autorizado a testar potenciais substitutos em pesquisas. O entorno do presidente descrevia seu estado de alma: de forma alguma Lula encerraria a biografia com uma derrota para o filho de Jair Bolsonaro. Naquele momento, Flávio Bolsonaro — que havia tirado de campo a candidatura Tarcísio de Freitas, ao ser ungido em dezembro candidato a presidente pelo pai — surpreendia com o crescimento nas pesquisas, tecnicamente empatado com Lula nos dois turnos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Com a menor folga desde 2002, Lula põe a biografia em jogo
