Depois do pagamento de juros da dívida, os salários do funcionalismo são a segunda maior despesa do governo federal. Ficam atrás somente dos gastos com Previdência. Como o item tem destaque na planilha de custos, uma lei aprovada em 2024 como decorrência do novo arcabouço fiscal determinou uma trava para os aumentos salariais. Se as contas do governo fecham no vermelho em determinado ano, no seguinte a folha de pagamentos não pode crescer mais de 0,6% acima da inflação. A determinação já é generosa. Mas a premissa tem lógica: o funcionalismo deve estar em sintonia com a realidade do país. Desgraçadamente, o Poder Judiciário, o Ministério Público da União (MPU) e a Defensoria Pública da União (DPU) pensam de modo diferente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Orçamentos ligados à Justiça estão fora da realidade
