O Flamengo de orçamento bilionário tem usado cada vez mais a força de sua torcida para maximizar as receitas, e no Maracanã a prova tem sido vista nos números financeiros e no público.
Antes do jogo contra o Botafogo, neste domingo, o Rubro-negro alcançou a marca de 1 milhão de torcedores no estádio em 2026.
A questão principal, porém, é como o consórcio Fla-Flu tem conseguido potencializar os resultados, que segundo o blog apurou têm hoje uma média de 75% de margem de lucro.
No jogo entre Flamengo e Cruzeiro, na Libertadores, a renda superou R$ 8 milhões, e o clube carioca ficou com 79% do total, a melhor receita do clube.
No começo do ano, essa taxa era pouco mais de 30%.A gestão do consórcio mudou aos poucos e houve corte de custos e de pessoal, otimizando o rendimento.
Além de ter reduzido o número de funcionários do Maracanã, o consórcio também fechou o cerco com a identificação facial para controlar o número de prestadores de serviço que efetivamente trabalham.
Receita com jogos é trunfo na Libertadores e no Brasileiro
Neste momento, a receita do Flamengo com o estádio já superou R$ 70 milhões em 2026. É quase o valor arrecadado com a venda de Gonzalo Plata para o Dinamo de Moscou, da Rússia.
O chamado “matchday” tem sido trunfo nos jogos do Brasileiro e da Libertadores, com o Maracanã lotado quase sempre, mesmo com ajustes nos preços.
Para a partida contra o Independiente Del Valle, nas quartas de final do torneio sul-americano, o Flamengo aumentou em 50% os valores do setor norte, por exemplo, pois sabe que terá apelo.
Com a eliminação na Copa do Brasil, o clube entende que precisa compensar nas competições que ainda briga por título, já que tem um elenco caro para subsidiar.

