O Supremo Tribunal Federal começa a julgar, nesta terça-feira, o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus considerados o “núcleo 1” da trama de uma tentativa de golpe em 2022. Durante a cobertura especial multimídia do julgamento mais importante da História recente do país, o canal de WhatsApp O GLOBO | Política será mais uma fonte de informação para o leitor.
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Por meio da ferramenta, o jornal vai enviar mensagens com a cobertura em tempo real, áudios com análise dos colunistas e textos que ajudem a explicar tudo o que acontece no julgamento. Também será possível interagir com esse conteúdo e compartilhar com quem quiser.
Confira abaixo o passo a passo para acessar o canal do WhatsApp.
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O lançamento da cobertura ocorre com uma série de quatro vídeos que ajudam a explicar o funcionamento das sessões da ação penal por tentativa de golpe de Estado. Entre os réus estão o ex-presidente Jair Bolsonaro e altos oficiais das Forças Armadas. As sessões estão previstas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.
Após o término das sessões, O GLOBO disponibilizará nas redes sociais uma transmissão ao vivo com comentários e análises de colunistas sobre o andamento do julgamento. Já nas manhãs que antecederem novas sessões, o jornal publicará um vídeo pontuando o que o assinante pode esperar no plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). As notícias também poderão ser acessadas por meio da newsletter O GLOBO Urgente, enviada aos inscritos a cada vez que algo de extrema relevância acontecer.
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— Seja por meio de reportagens, análises, vídeos ou áudios, teremos o compromisso de aliar agilidade com profundidade no conteúdo que entregaremos ao leitor. Estaremos em todos os formatos para cobrir este julgamento histórico — aponta Thiago Prado, editor de Política e Brasil.
A ação penal envolvendo o núcleo crucial da trama golpista inclui, além de Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Almir Garnier Santos, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.
Em julho, ao apresentar as alegações finais desse caso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação de todos os acusados por cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolir violentamente o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A exceção é Ramagem, que teve o processo suspenso em relação aos crimes supostamente cometidos após a diplomação como deputado federal, dano qualificado e deterioração de patrimônio.
A PGR acusou Bolsonaro de ser o principal articulador e o maior beneficiário dos atos realizados contra o Estado Democrático de Direito. Segundo o parecer, o ex-mandatário “agiu de forma sistemática, ao longo de seu mandato e após sua derrota nas urnas, para incitar a insurreição e a desestabilização” da democracia.