As contas do Governo Central, que englobam Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, fecharam julho com superávit primário de R$ 10,783 bilhões, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Fazenda. O superávit representa o melhor resultado para o mês desde 2022, quando as contas ficaram positivas em R$ 22,614 bilhões.
Em junho, o déficit foi de R$ 48,1 bilhões, já em julho de 2025 o rombo foi de R$ 59,070 bilhões.
O déficit acontece quando as despesas do governo são maiores que suas receitas com tributos e impostos. O mesmo acontece nos casos das empresas estatais, mas com suas receitas de serviços e produto.
Os resultados das contas do governo são importantes para o cumprimento da meta fiscal, que neste ano é de um superávit fiscal de 0,25% do PIB, equivalente a R$ 34,3 bilhões, com uma banda de tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo.
Assim, o superávit pode variar entre zero e R$ 68,6 bilhões.
Porém, o governo pode retirar da conta algumas despesas, como parte dos precatórios, o que ajuda no cumprimento da meta.

