Quando a Fifa anunciou a realização da Copa do Mundo de 2026 com 48 seleções — a maior da História — nos Estados Unidos, Canadá e México, havia dúvidas se o aumento do número de participantes, que levaria a campo equipes de pouca ou nenhuma tradição, funcionaria. Depois de 39 dias e mais de cem partidas em que jogadas antológicas de craques como Lionel Messi, Kylian Mbappé, Lamine Yamal, Harry Kane, entre outros, se misturaram a pisadas de bola do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do comandante da Fifa, Gianni Infantino, parece certo que, ao menos dentro de campo, a maratona do futebol passou no teste. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

