Bastante questionado pela torcida do Corinthians, o primeiro gol de Hulk na vitória do Fluminense, neste domingo, foi considerado um caso raro pela CBF. O posicionamento do centroavante precisou ser analisado, já que havia a possibilidade de ele estar adiantado. E a tecnologia do semiautomático validou após identificar que a distância entre sua linha e a do zagueiro Gustavo Henrique era “zero”.
O lance levou 2 minutos e 26 segundos para ser checado pelo VAR. Segundo a CBF, a dificuldade se deu justamente porque não havia um milímetro de margem entre o camisa 7 tricolor e o defensor corintiano.
Este não foi o único lance incomum desta partida para a equipe de arbitragem. O gol de empate do Corinthians, marcado pelo próprio Gustavo Henrique, não pôde ser analisado pelo semiautomático. Só foi validado após as linhas serem traçadas “à mão”, ou seja: na forma convencional. Isso porque a dinâmica do lance gerou uma situação na qual o uso da tecnologia não é recomendado.
No mesmo lance, Samuel Xavier vai ao chão dentro da área, após disputa com Memphis Depay, e fica caído bem perto de Gustavo Henrique. Situações como esta, em que um jogador está caído no chão em movimento, “confundem” a leitura do semiautomático e tornam a ferramenta não recomendável. Por isso, foi preciso que os próprios operadores do VAR traçassem as linhas. Foi com este procedimento que o gol pôde ser validado.
Corinthians x Fluminense tem validação de gol em caso raro para a CBF e 'bug' do semiautomático
Bastante questionado pela torcida do Corinthians, o primeiro gol de Hulk na vitória do Fluminense, neste domingo, foi considerado um caso raro pela CBF. O posicionamento do centroavante precisou ser analisado, já que havia a possibilidade de ele estar adiantado. E a tecnologia do semiautomático validou após identificar que a distância entre sua linha e […]