Os gastos do governo que não entram no resultado primário — como os desembolsos relacionados a linhas de crédito, aportes e fundos — acabam ficando menos visíveis nas contas públicas. A reportagem de Fabio Graner, publicada no GLOBO, lança luz sobre essas despesas financeiras, que chegaram a R$ 149 bilhões no primeiro semestre. Estudo dos economistas Matheus Rosa e Lívio Ribeiro, da consultoria BRCG, mostra que o custo financeiro de operações que, à primeira vista, não parecem representar uma despesa definitiva para o governo. É o caso, por exemplo, dos repasses ao BNDES: o dinheiro é emprestado pelo banco de fomento e, em tese, retorna aos cofres públicos. Mas, para disponibilizar esses recursos, o governo tem um custo financeiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

