Pouco mais de um ano e meio após o desmantelamento da Usaid, a agência internacional de ajuda humanitária dos Estados Unidos, o bilionário Elon Musk ainda insiste que os cortes no órgão não custaram nenhuma vida humana: “Zero ponto zero”, disse ele em julho. Especialistas, no entanto, apresentam um cenário diferente. Uma projeção feita pela Universidade de Boston indicou que mais de 780 mil pessoas — incluindo mais de 500 mil crianças e adolescentes — podem ter morrido apenas no primeiro ano dos cortes, anunciados após a posse de Donald Trump, em janeiro passado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

