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de documentação a meios de transporte, o que você precisa saber antes de viajar

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junho 5, 2025
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Visitantes no mercado de pulgas de Panjiayuan, em Pequim, capital da China — Foto: Adek Berry/AFP

Assim como Japão, Coreia do Sul e Tailândia, a China é um dos destinos na Ásia que andam chamando a atenção entre viajantes brasileiros. O interesse para conhecer o país da Grande Muralha deve aumentar agora, com a isenção de visto de entrada de brasileiros, que começou a valer em 1º de junho de 2025 e vai até 31 de maio de 2026.

A isenção do visto é uma barreira a menos para visitar o país, mas ainda assim é preciso ficar atento a muitos outros detalhes por se tratar de um destino pouco conhecido pela maioria dos viajantes brasileiros. Confira a seguir algumas informações úteis para quem pretende visitar a China.

Visitantes no mercado de pulgas de Panjiayuan, em Pequim, capital da China — Foto: Adek Berry/AFP

Com a isenção do visto para viagens simples (turismo, negócio, trânsito e intercâmbio, com estadia de até 30 dias) até 31 de maio de 2026, a burocracia que envolve a viagem de brasileiros ao país diminuiu bastante.

Não é preciso preencher qualquer formulário prévio ou pedir outro documento que autorize a viagem. Como em países sem exigência de visto (como na América do Sul e Europa), basta apresentar um passaporte válido por pelo menos seis meses e duas páginas em branco. Também é necessário apresentar o certificado internacional de vacinação de febre amarela.

Como em outros países, é recomendável apresentar ao agente de imigração reserva de hospedagem, passagem de volta e outros comprovantes, como reserva de atrações ou pacotes turísticos. Em caso de viagem a negócio, apesar de não ser obrigatório, especialistas orientam levar a carta convite da empresa chinesa.

A Air China é a única companhia aérea que tem voos diretos do Brasil para China, mais precisamente do aeroporto internacional de Guarulhos para Pequim, com saídas diárias e viagem com 23 horas de duração. Mas é possível chegar ao país usando a malha de boa parte das companhias aéreas internacionais que operam no Brasil.

É possível alcançar tanto Pequim quanto outros grandes centros, como Hong Kong, Shenzhen, Guangzhou, Xangai e Chengdu em voos da Emirates (via Dubai), Qatar Airways (via Doha), Ethiopian Airlines (via Addis Abeba), TAP (via Lisboa), British Airways (via Londres), Air France (via Paris), Turkish Airlines (via Istambul), e Delta (via Los Angeles, em parceria com Latam).

Para se locomover dentro do país, as três principais companhias aéreas chinesas (Air China, baseada em Pequim; China Eastern Airlines, com sede em Xangai; e China Southern Airlines; operando em Guangzhou) e suas subsidiárias regionais cobrem praticamente todo o território.

Outra maneira rápida de percorrer as distâncias continentais dentro do país é a ampla rede ferroviária, com trens de alta velocidade conectando as principais cidades. No entanto, planejar viagens e comprar passagens pela internet não é uma tarefa fácil.

Clientes esperam por mesas num restaurante em Pequim, capital da China — Foto: Adek Berry / AFP
Clientes esperam por mesas num restaurante em Pequim, capital da China — Foto: Adek Berry / AFP

A moeda chinesa é o Renminbi, também chamado de Yuan. Apesar de ser possível trocar reais por yuans em algumas casas de câmbio no Brasil, o mais indicado é levar dólares ou euros para trocar lá. Sacar dinheiro em caixas eletrônicos também é possível em boa parte do país.

Hotéis, lojas internacionais e restaurantes mais caros costumam aceitar cartões internacionais sem problemas, mas para pagamentos do dia a dia, como no comércio local, estações de trem e passeios turísticos, é mais garantido usar dinheiro vivo ou pagamento digital via We Chat Pay, uma função para essa finalidade do We Chat, o aplicativo multiuso usado pelos chineses para praticamente tudo.

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  • Alguns desafios para o turista
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Alguns desafios para o turista

Apesar de cada vez mais moderna e conectada com o mundo, a China permanece um desafio para o turista internacional. Com bastante planejamento, é possível viajar por conta própria para o país. Mas quem quiser mais segurança e conforto deve recorrer a um agente de viagem para ajudar no planejamento e a guias locais.

A primeira grande dificuldade é o idioma, já que fora de hotéis de rede, alguns estabelecimentos dos grandes centros urbanos e em destinos mais turísticos, é difícil encontrar quem fale outra língua que não o mandarim e outros idiomas ou dialetos regionais. O inglês também não está presente em grande parte da sinalização pública.

Outro importante desafio encontrado pelos turistas diz respeito à internet. Boa parte de aplicativos e sites usados normalmente nos sistemas Androide e iOS no Brasil, como Instagram, Facebook, Whatsapp, Google e Gmail, são bloqueados na China. Uma prática comum é, antes de viajar, instalar um serviço de VPN no celular ou no computador para garantir o acesso em território chinês. Também é aconselhável contratar um plano de internet ou comprar um chip com dados no país.

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