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de paisagens rurais a cidades futuristas, seis destinos para entrar no seu radar

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junho 5, 2025
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Trem do metrô passando por dentro de um prédio em Chongquing, uma das cidades mais populosas do mundo, na China — Foto: Reprodução/Darmau/Unsplash

Os brasileiros têm agora uma barreira a menos para conhecer a China. Desde o último dia 1º e até 31 de maio de 2026, turistas nacionais não precisam de visto para visitar o país asiático a lazer, a negócios, para intercâmbio ou trânsito.

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A isenção representa uma economia de ao menos R$ 475, que era o valor cobrado pelo visto, além, claro, do tempo do processo. E permite ficar em território chinês por até 30 dias corridos, um período suficiente para explorar um pouco do país, para além de cartões-postais mais conhecidos, como a Grande Muralha, a Cidade Proibida em Pequim, os guerreiros de terracota de Xi’an e os caldeirões culturais de Hong Kong e Xangai.

A seguir, listamos seis cidades chinesas que merecem entrar no seu radar:

Trem do metrô passando por dentro de um prédio em Chongquing, uma das cidades mais populosas do mundo, na China — Foto: Reprodução/Darmau/Unsplash

Trens de metrô que passam dentro de prédios? Praças localizadas no topo de torres de 22 andares? Cada vez mais viajantes são atraídos a Chongqing (ou Xunquim), para tentar entender a lógica deste município de mais de 30 milhões de habitantes no sudoeste do país, a 1.960km de Pequim. Seu centro urbano, espremido entre montanhas e os rios Jialing e Yangtzé, tem jeito de quebra-cabeças, onde se vai de um prédio a outro sem saber exatamente em que andar está. O clima cyberpunk da megalópole é quebrado eventualmente por bairros históricos, como os das ruas Longmenhao e Danzishi, que preservam construções com arquitetura tradicional.

Panda descansa em seu recinto no Centro de Pesquisa e Reprodução do Panda-Gigante, uma das atrações de Chengdu, na China — Foto: Reprodução/Suju/Pexels
Panda descansa em seu recinto no Centro de Pesquisa e Reprodução do Panda-Gigante, uma das atrações de Chengdu, na China — Foto: Reprodução/Suju/Pexels

Nem tigre, nem dragão. Quem manda em Chengdu é o panda A capital da província de Sichuan (relativamente perto de Chongqing), é bastante conhecida internacionalmente pelo Centro de Pesquisa e Reprodução do Panda-Gigante, referência na manutenção desta espécie ameaçada de extinção. A suavidade do bicho contrasta com a ardência da culinária típica de Sichuan, considerada uma das mais apimentadas da Ásia. Parte da história da região está preservada em ruas como Jinli, Kuan e Zhai, e em atrações como o templo Wu Hou e o palácio Du Fu .

Pescador em seu barco tradicional na região rural de Guilin, um dos municípios mais bonitos da China — Foto: Reprodução/Fabrizio Soldano/Pexels
Pescador em seu barco tradicional na região rural de Guilin, um dos municípios mais bonitos da China — Foto: Reprodução/Fabrizio Soldano/Pexels

Localizada na região central do país, a cerca de 500km de Hong Kong, Guilin é uma considerada uma cidade um tanto sem graça. A mágica acontece fora do centro urbano, numa paisagem onírica, formada por rios, lagos, grutas e picos rochosos arredondados. A partir de barcos que partem da cidade pelo Rio Li, o viajante chega ao parque Qixing Longyuan e a povoados como Yangshuo e Longsheng, onde terraços de arroz e barcos de pesca tradicionais fazem esquecer do país dos arranha-céus, dos trens-bala e dos robôs fazendo entregas pelas ruas.

Dizem que a paisagem do Parque Nacional da Floresta de Zhangjiajie, na China, inspirou o cenário de'Avatar' — Foto: Reprodução/Jakub Tomasik/Unsplash
Dizem que a paisagem do Parque Nacional da Floresta de Zhangjiajie, na China, inspirou o cenário de ‘Avatar’ — Foto: Reprodução/Jakub Tomasik/Unsplash

Dizem que a paisagem que inspirou as montanhas flutuantes de “Avatar” fica no Parque Nacional da Floresta de Zhangjiajie, uma área de proteção ambiental listada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, na província de Hunan. De fato, o cenário composto por formações rochosas que sobem sobre a floresta como torres esculpidas por milhões de anos de erosão, parece mesmo ficção. Passarelas, mirantes e uma ponte com piso de vidro, suspensa a 300 metros de altura, sobre um cânion, permitem vistas de tirar o fôlego. De Zhangjiajie também é possível visitar a cidade antiga de Furong, construída às margens de um belo conjunto de cachoeiras, e que se tornou um popular destino no país por servir de locação para o filme “Cidade de Hibiscos”, nos anos 1980.

Com 138 metros de altura, o Guangzhou Circle é um dos prédios mais famosos de Guangzhou, na China — Foto: Reprodução/Jason Yuen/Unsplash
Com 138 metros de altura, o Guangzhou Circle é um dos prédios mais famosos de Guangzhou, na China — Foto: Reprodução/Jason Yuen/Unsplash

Os navegadores portugueses chamaram de Cantão esta cidade com mais de dois mil anos de história como importante centro comercial no sul da China. Hoje, a capital da província de Guangzhou conta com uma coleção impressionantes de arranha-céus, alguns com arquitetura ousada. É o caso do Guangzhou Circle, com 138 metros de altura, e a Canton Tower, a construção mais alta da China, com 600 metros de altura. No topo dela, aliás, um circuito de gôndolas sobre trilhos oferece uma vista impactante da metrópole de 12 milhões de habitantes. A cidade, ao lado de Macau e Hong Kong, é um dos melhores lugares também para provar a cozinha cantonesa, famosa por pratos como dim sum.

O oásis Yueyaquan (Crescent Moon Spring, como é mais conhecido internacionalmente) é uma fonte em meio ao deserto em Dunhuang, na China — Foto: Reprodução/Yu Wang/Unslpash
O oásis Yueyaquan (Crescent Moon Spring, como é mais conhecido internacionalmente) é uma fonte em meio ao deserto em Dunhuang, na China — Foto: Reprodução/Yu Wang/Unslpash

No noroeste do país, a 2.220km de Pequim, Dunhuang apresenta uma China desértica, com atrações que valem a viagem. Entre elas estão o oásis Yueyaquan (Crescent Moon Spring, como é mais conhecido internacionalmente), uma fonte em meio ao areal, e as Grutas de Mogao, escavadas numa rocha para abrigar monastérios budistas entre os séculos VII e X, e atualmente tombadas pela Unesco.

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