
Primeiro foi a produtora Fountain 0, interessada em explorar as possibilidades da inteligência artificial na criação de histórias audiovisuais. Agora, é o bilionário Elon Musk que promete usar a tecnologia para uma nova versão da “Odisseia” em filme. No caso de Musk, não é só o interesse tecnológico que conta: ele criticou publicamente a versão de Christopher Nolan, a quem chamou de “racista anti-branco”, pela escalação da atriz negra Lupita Nyong’o para interpretar Helena de Troia.
Na sua rede social X, Musk prometeu uma versão “historicamente acurada” da “Odisseia” com a ferramenta de IA da Grok, apesar de o poema épico de Homero narra episódios fictícios, com cíclopes, sereias, homens transformados em porcos.
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“Antes que este ano termine, o Grok Imagine criará um longa-metragem de ‘A Odisseia’ que seja historicamente preciso e fiel à arte de Homero”, escreveu Musk, em uma publicação que também tinha um curta de 3 minutos baseado em “A Odisseia” gerado por IA e publicado por um usuário do X.
