A ideia de diversidade dos defensores da causa entrou numa encruzilhada. Empresa não existe para fazer justiça, mas para dar lucro, e convicção moral é terreno que nunca foi dela. Não é acusação, é constatação. Nos conselhos de empresas e marcas de que participo, sempre busquei outro caminho: diversidade na prateleira do investimento. E, se render, parte do lucro volta para reinvestir. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

