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‘É o mesmo Brasil, mas sem véu’, diz Taís Araujo, protagonista de ‘Vale tudo’, sobre mudanças no país

BRCOM by BRCOM
março 31, 2025
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Taís Araújo — Foto: Fernando Tomaz / Divulgação

Mas vale, “Vale Tudo” para encarnar Raquel, a protagonista do remake de uma das novelas mais icônicas, que estreia hoje. Ainda mais para alguém que rala como atriz desde os 13 anos e trata no divã a dificuldade de dizer “não” a trabalho.

Completando 30 anos de carreira, e prestes a estrear ainda na série “Reencarne” (Globoplay), e no filme “Doutor monstro”, de Marcos Jorge, a atriz participou do videocast do GLOBO, “Conversa vem, conversa vem”, que vai ao ar hoje, 18h, no YouTube. Segue um trecho da entrevista:

Taís Araújo — Foto: Fernando Tomaz / Divulgação

Uma mulher que a gente enxerga e reconhece. Como as mulheres brasileiras negras que sustentam a base da pirâmide, estão no corre, são mãe solo. Que a gente, que vive o privilégio absoluto sem ter que se preocupar com fazer comida, limpar a casa, olha e pensa: “Como ela consegue?”. Que abdicou da vida pessoal para se dedicar à criação da filha. Não se formou, não trabalha no que ama, mas ousa ser feliz. Que tem suas dores, mas não vive do passado. Sofre, mas pensa: “Qual é o próximo passo?”. É a realidade da maioria do povo brasileiro.

Se pensarmos em termos de Brasil, é muito provável que Raquel, uma mulher que vende salgadinho na praia, fosse negra. No entanto, na primeira versão da novela, ela era branca. Acha que isso tem a ver com o fato de, nos anos 1980, praticamente não existia protagonismo preto na TV?

Tem 100% a ver. Na primeira versão, tinham dois atores negros. No Brasil de 1988, era inviável. E não porque não tinha atores pretos trabalhando, eles não eram é respeitados, vistos, sequer escalados, sequer pensados para fazer isso. É lindo construir essa narrativa hoje. Quem construiu essa narrativa deturpada da população preta, LGBTQIAPN+ e outras à margem do centro e do poder foi o jornalismo, telejornalismo, a publicidade e a teledramaturgia. Sobretudo, essa última, que é quem conta a história de um país, é a identidade brasileira. Durante muito tempo, a população negra era só vista como a mazela do país, desde que foi trazida sequestrada, escravizada. Óbvio que tem um valor comercial gigantesco por trás disso. Mas é um valor ser respeitado como consumidor no mundo capitalista. É nossa responsabilidade reconstruir a narrativa. E isso está rolando.

Comentaram sobre o trabalho de envelhecimento com a caracterização da personagem que, na verdade, não houve, né? E você logo tratou de logo de desmitificar…

É porque o cabelo branco é meu mesmo. Eu pinto o meu cabelo, que é muito branco. Depois que começou a novela, ganhei uma faixa branca inteira do lado direito. Fizemos vários testes de caracterização. Cheguei maquiada e o diretor, Paulinho Silvestri, sugeriu tirar tudo. Aí todo mundo olhou para a atriz, né? (risos). Eu disse: “Vamos!”. E tiramos. Mas a maquiadora achou legar deixar um lápis verde e um batonzinho rosa, porque ela é vaidosa. Acabou que essa caracterização me ajudou demais a compor, porque dá uma cara real. Falei: “Taí uma mulher dessas que a gente encontra pela rua”.

Qual é a sua opinião sobre a sua antecessora no papel, Regina Duarte? Você a procurou? Trocou mensagens com ela?

Tinha lido mensagens gentis da Regina sobre a minha participação na novela como Raquel, essa personagem que ela fez de forma tão icônica, que está no coração de todos nós. Achei que precisava retribuir essa gentileza. Mandei mensagem agradecendo, e ela me mandou outra mensagem super bonita. Educação, gentileza, elegância, nunca é demais. Ela foi tudo isso comigo. Temos pensamentos que divergem, mas não posso apagar Regina Duarte da história dramaturgia, entendeu? Até porque ela fez outros personagens incríveis que que gostaria de fazer, como Viúva Porcina, Rainha da Sucata…

É um senhor papel para celebrar seus 30 anos de carreira não é?

Não tinha dimensão da riqueza dramatúrgica dele. Me permite passeios por emoções densas e complexas, e também alegrias profundas. A partir do momento em que perde a filha e sai na tentativa do resgate, se descobre como mulher e profissional. Tudo que ela tinha aberto mão na vida. Quando achava que não era possível, que não era nada, descobre seu talento. Acho isso lindo e falo para os meus filhos.

Somos mães. Não deve ser fácil ouvir aqueles horrores que a Maria de Fátima fala e nem lidar com o que ela faz, tipo vender a casa…

É aí que a personagem mexe comigo de forma muito profunda. Mexe assim com a mãe e filha que eu sou, com a filha e a mãe que eu tenho. Meu Deus! Por isso que as cenas não são difíceis de embarcar emocionalmente, não tem como a gente não se ver. Sou mãe, você também e essas coisas são capazes de acontecer (Taís chora). A gente nunca cria um filho pra ser o que a Maria de Fátima é. O arquétipo da mãe, mexe com todo mundo, até quem não teve mãe presente.

Bella Campos, que interpreta Maria de Fátima, tem recebido uma chuva de críticas por sua atuação antes mesmo de a novela estrear. Isso refletiu no set? Como é ver uma colega atacada dessa maneira?

Não refletiu no set. Bella está cercada de pessoas experientes para dar suporte. É fundamental que dê certo. Ela é a espinha dorsal da novela. Para mim, para a Débora (Bloch, Odete Roitman), é profundamente importante que a Bella brilhe muito. Ela é uma menina. Olho e enxergo quando comecei, menina, 16 anos, sem vasta experiência, ninguém olhava e falava: “Nasceu para isso”. Tampouco em “Chica da Silva” estava pronta. (Walter) Avancini (diretor) mandava eu me mexer para tirar o foco do meu trabalho. Só fui saber disso hoje, e fiquei com bastante ódio dele. Quando vejo alguém jovem empenhada, comprometida e inteira, vejo um valor imenso. Tô de mãos dadas com a Bella e, como filha, estou com ela no colo.

A começar pelo “Brasil, mostra a tua cara” da música de abertura, do Cazuza, “Vale tudo” sempre ajudou a entender várias camadas do país. Acha que a compreensão sobre corrupção e desigualdade mudou muito de lá pra cá? O Brasil melhorou, piorou, ainda é o mesmo?

É e não é o mesmo Brasil. É o mesmo Brasil sem véu. Havia o véu sobre o racismo, o mito da democracia racial, sobre a questão da corrupção, o abismo entre ricos e pobres. Esse véus caíram. É uma outra maneira de a gente ver o Brasil, que é um país muito imaturo ainda, que não consegue se enxergar, mas já é mais maduro do que o 1988. Muitas coisas estão afloradas. Vai ser interessante agora, em 2025, ver um país tão complexo com um olhar um pouco mais maduro.

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  • ‘A questão do amor permeia a mulher negra. Não casei com homem negro à toa’
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‘A questão do amor permeia a mulher negra. Não casei com homem negro à toa’

Você trabalha desde os 13 anos, emendando novelas. Foram 8 protagonistas na TV, fora séries e filmes. Não descansa? Isso não é romantizar o trabalho?

É mais profundo que isso. Por mais que tenha tido uma estrutura socioeconômica confortável por causa dos meus pais, eles foram os primeiros e únicos a se formar em suas famílias. Conheço a realidade do povo brasileiro e tenho pavor de dizer não a trabalho. Já levei muito isso para a análise. Vem do medo da escassez (chora).

Tenho prazer, me divirto e acho o meu trabalho desafiador. Me fez entender o Brasil, o que é ser mulher nesse país, ser uma pessoa, uma mãe e uma mulher melhor. Ele não só transforma minha vida, como a de outras pessoas. Não à toa, você trouxe uma menina aqui para me apresentar. Tenho consciência do que represento na vida dessas mulheres. E cada uma que uma vem falar comigo, me fortalece. Me sinto mais poderosa, me sinto útil. E adoro me sentir útil.

Observo que você é uma mulher com profundo desejo de mudança, no discurso e na prática. Sente a obrigação de fazer com que a realidade seja mais fácil para a sua filha do que foi pra você, para a sua mãe e avó?

Sem dúvida. Já é, naturalmente. Andamos bastante, e as novas gerações já vêm com algumas facilidades. Minha preocupação é que minha filha saiba de onde veio, quem veio antes, e porque está mais fácil para ela.

Já vi você dizer que se sentia invisível na adolescência, que sequer beijava na boca. O amor foi algo que precisou perseguir como mulher negra? Se sentia pouco desejada?

Pouquíssimo. Tive que ir pra Bahia beijar na boca. Fui perseguir essa história, porque aqui não rolava mesmo. Morava num condomínio na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio de Janeiro), estudava Anglo Americano. Nunca fiquei com ninguém no meu condomínio nem da minha escola. Uma amiga da escola, a Lívia, que namorava um menino negro, escutou meninos falando assim: “A Taís, é maneira, mas não dá pra ficar porque é preta, né?”. Veio aos prantos me contar sem conseguir entender. Lembro da Marie, figurinista de “Viver a vida”, que ouviu de uma produtora disse: “Você tá vestindo uma preta de branco como se ela fosse branca”. Marie também veio aos prantos para mim.

Nas duas situações, fiquei muito calma, porque esse é o dia a dia da pessoa preta nesse país. Filhas adolescentes negras de amigas minhas, que hoje estudam em escolas particulares, são sempre as últimas a beijar na boca, ninguém quer namorá-las. A questão do amor permeia as mulheres negras. Não namorei e casei com homens negros à toa. Lembro que namorei um menino branco, que falava: Minha mãe é nordestina, meu irmão é gay, minha namorada é preta. Tô entendendo que tipo de brasileiro eu sou”. Ou seja, passava por ele esse pensamento. Porque, provavelmente, deve ter sido questionado em algum momento.

Outro assunto que permeia… Durante muito tempo mulheres brancas dominaram o discurso feminista sem levar em conta as questões raciais e de classe. Existe feminismo sem acolher a ideia de interseccionalidade?

Não existe. O feminismo que não pensa na interseccionalidade deve ser jogado de lado. Mulheres brancas têm muito mais privilégios que negras. Angela Davis fala que na guerra da secessão, com a segregação, teve a questão do voto para decidir se quem votaria seriam as mulheres brancas ou homens negros. Até então, brancas e negras estavam juntas, mas nesse momento, as brancas passaram na frente com um “quem vai votar é a gente”. Sendo que a questão negra era de sobrevivência. As pessoas estavam sendo espancadas.

Aí houve uma ruptura. E começou todo aquele discurso white people problem de: “Nós precisamos trabalhar”. Nós quem? A verdade é que as mulheres negras que foram para aquele país, só foram para trabalhar. Meus antepassados só trabalharam. Isso é ignorar essa parcela gigante da população. A minha vida não é a mesma vida de uma mulher lá na Maré, com seis filhos, que pega o transporte publico para trabalhar.

Num vídeo, você disse que, se antes via a sua Helena, protagonista da novela de Manoel Carlos, “Viver a vida”, atuação pela qual foi muito criticada, mas também festejada pela população preta, como fracasso, hoje, a vê como sucesso. E que a partir dela, sua negritude passou a ser o carro-chefe de tudo que faz.

Tudo. Se a Helena não tivesse passado pela minha vida, não seria quem eu sou hoje. Ela foi fundamental, mas eu demorei, tá? Eu fui lá embaixo pra poder entender que o que estava acontecendo não era sobre mim.

É. Não eram sobre mim. Era algo muito mais complexo, denso, sobre um país inteiro, sobre a identidade desse país, que não valoriza as diferenças, não aceita uma mulher negra bem-sucedida, rica e vitoriosa que não arraste uma corrente, que não tenha passado fome. Helena não tinha essas justificativas. Tinha uma família estruturada… Foi bom, depois de um tempo, analisar que país é esse.

A novela está passando agora de novo e, aí, menina, é chuva de elogios. As pessoas falam: “Você estava ótima. Vejo só por sua causa”. Eu digo: “Sabe que eu não fiz de novo, né?”. O que mudou nas pessoas para acharem que agora estou bem na novela e 15 anos atrás eu era uma bosta? Não não é pouca gente, não, muitas mulheres, muitas mulheres brancas. As negras já falavam “ah, deixei meu cabelo crespo”…

Você mastigou o racismo na teledramaturgia, nas revistas femininas, na publicidade, onde virou um fenômeno. Está rica?

Tô (risos). Riquíssima, não. Eu não sou herdeira. Por isso, não digo “não” ao trabalho. Tenho uma vida bastante confortável. A publicidade gosta de mim, e eu também gosto dela. Eu bati na porta da maioria das marcas onde você vê a minha cara e falei: “Quero trabalhar para vocês”. Ninguém chegou até mim, tudo eu corri atrás.

E dinheiro também é reparação. Quão revolucionário é ser mulher, mulher preta, rica, feliz, que pode ser quem é com toda a sua potência?

É reparação porque dinheiro é poder. Outro dia, meu filho veio um papo de nepo baby para cima de mim. Falei: “Tá maluco? Não come essa pilha, não. Porque quatro gerações antes de você as pessoas eram escravizadas. Vai ter que estudar, sim, encontrar uma profissão que ame. Você não é herdeiro, gato”. Sei o que estar nesse lugar representa. É revolucionário, subversivo. Impacta a vida de outras pessoas. É uma responsabilidade, mas hoje vejo isso com graça, leveza. Porque consigo ver a Clara Moneke, Gabz, Jéssica Ellen, Duda Santos, Juliana Alves, Roberta Rodrigues, Sheron Menezzes, Cris Vianna protagonistas. A graça e a liberdade que só vem com o poder, e a possibilidade ser subversivo é muito legal.

Você mora em bairro branco, seus filhos estudam numa escola onde a maioria das crianças é branca. Como faz para criar crianças pretas num mundo de gente branca, educá-las para pertencer, saber que têm o direito de estar nesses lugares, mas consciente de onde vem e da desigualdade?

É uma batalha. A gente fez um movimento de pais de crianças negras e colocarem seus filhos nessa escola. Meu filho está lendo Carolina Maria de Jesus no oitavo ano. Minha filha, estava estudando as escolas de samba. Estão aprendendo sobre a cultura do país. Isso já é um acontecimento bem diferente da minha época.

Mas a gente alerta o tempo todo: “Você não é igual ao seu amigo”. Meu filho só quer andar com roupa de futebol e chinelo. E eu falo: “O dia em que você passar um constrangimento na rua, por um trauma”. Óbvio que está querendo testar. Estava andando no condomínio de um amigo negro, e segurança parou eles. Falei: “Quando for na rua, vai ser pior”. Ele diz que é besteira, mas sabe que não é. É duro porque te obriga a tirar a inocência de uma criança. Mas se eu não alertar, pode ser pior.

A polícia vai alertar, a vida, a violência urbana, o preconceito.

O tempo inteiro vou trazendo o assunto. Falo pra minha filha: “Não deixa tocar no seu cabelo. Se tocar, tu pode… depois eu resolvo com a escola”.

Viu “Adolescência”? Como vê esse lugar da machosfera, da misoginia violenta tendo um filho homem?

Tento o tempo inteiro. E o mundo vai dizendo que a gente tá errado. Passa por mim também, de não ficar reproduzindo coisas. Estou me reeducando. Às vezes, falo determinadas coisas e alguém diz: “Não pode mais falar isso”. Quando falo que algo não pode para os meus filhos, nunca é porque um é menino e a outra é menina, mas pela idade. Mas aí vem minha mãe e solta uma pérola, vem meu pai e solta a outra. Mas eles já falam: “Vovô, não é assim”. Minha filha é mais combativa: “Vovô, tá errado”.

Muitas mulheres ainda crescem com o ideal do amor romântico, do casamento. Qual a importância de dizer às nossas filhas que somos o amor da nossa vida?

Fundamental. Fui criada assim. Minha mãe falava: “Não é para depender de homem nenhum”. O mais importante para ela era que fôssemos profissionais e mulheres realizadas, até por causa da vida dela, que se viu meio obrigada a ficar numa relação. Mas acabou que estou casada há 21 anos, e minha irmã está desde os 17 com meu cunhado. Mas falo para a minha filha o tempo inteiro: “Tem que valorizar quem te valoriza”. Até as amigas, sabe? É um mantra para ela, mas quando a gente repete, é para a gente também. Precisa acreditar que somos o amor da nossa vida. É aquela história da (cantora) Cher, que disse: “Mãe, eu sou o homem rico na minha vida”.

Como é ter que corresponder aos desejos de um público que transformou você e Lázaro num ideal de casal?

Me livro disso o tempo inteiro. Casal perfeito não existe, temos problemas. Tem que querer muito estar junto. No meu caso, como é uma relação pública, me pergunto o tempo inteiro se estou ali porque amo ou porque virou quase uma instituição. O tempo inteiro me coloco à prova. Mas é a pessoa que quero ligar primeiro, com quem quero estar junto e dividir as coisas. Óbvio que relação é muito diferente de quando a gente começou, mas ainda faz sentido estar ali.

Lázaro me falou que vocês marcam de transar. Cumprem?

Às vezes, a gente marca. E está dando para cumprir. A gente vai para um hotel. As crianças ficam revoltadas (risos). “O que vocês vão fazer?”, perguntam. Não interessa!

Já sente algum vislumbre de menopausa? Qual a importância de falarmos sobre isso?

Sinto. Não tenho os calores, mas sinto a pele. Não a do rosto, que tem muito bioestimulador, mas na perna… A pele tá estranha. Mamãe entrou na menopausa com 43. Sei que deve estar batendo na minha porta. Antigamente, tinha essa coisa de: “Não fale para o seu marido que entrou na menopausa”. Eu, hein. Acho fundamental falar sobre isso, é da nossa natureza. É igual a menina menstruar. Quando começaram a menstruar na sala do meu filho, sentei e conversei: “Não é vergonha, você só nasceu por causa disso. É melhor que aprenda dentro de casa, e respeite as meninas, entenda quando elas estiverem mais nervosas. Não dá pra ele entrar no mundo como se não existissem mulheres que menstruam.

Se pudesse dar um recado para a Taís adolescente, qual seria?

Confia no processo, é o mais importante de tudo. É o caminho que nos leva a algum lugar. Mas ele tem que ser plantado, não é só passear. Não vim ao mundo a passeio. Michelle Obama diz algo maravilhoso: “Pratique quem você quer ser”. Falo isso para os meus filhos o tempo inteiro.

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