A segurança pública não pode se limitar à repressão ao crime. Para alcançar resultados satisfatórios, demanda ampla obtenção de dados de inteligência, para que as ações policiais de retomada de territórios sejam realizadas com a máxima redução de riscos para a população que vive nas áreas dominadas pelas facções criminosas. A atuação estatal deve se pautar por prevenção, inteligência, planejamento, repressão e gestão territorial. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
É preciso usar inteligência contra o crime
