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Embaixada dos EUA na Venezuela retoma oficialmente as operações após sete anos: ‘Novo capítulo’

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março 30, 2026
in News
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Laura Dogu, nova chefe de missão diplomática dos EUA na Venezuela — Foto: Foto por STRINGER / AFP

A embaixada dos Estados Unidos em Caracas retomou suas operações nesta segunda-feira, após sete anos de relações diplomáticas interrompidas. No dia 5 de março, os EUA e a Venezuela anunciaram que restabeleceriam suas relações, mas, desde então, as atividades diplomáticas eram realizadas à distância, da embaixada em Bogotá.

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A reabertura “fortalecerá nossa capacidade de interagir diretamente com o governo interino da Venezuela, a sociedade civil e o setor privado”, informou o Departamento de Estado americano em comunicado, classificando-a como um “marco fundamental” na implementação do plano do presidente Donald Trump para a Venezuela desde que os militares dos EUA capturaram, nos primeiros dias de janeiro, o então líder venezuelano Nicolás Maduro. “Um novo capítulo em nossa presença diplomática na Venezuela”, acrescentou o comunicado.

A embaixadora Laura Dogu, principal diplomata dos EUA na Venezuela, que chegou a Caracas ainda em janeiro, vai liderar os esforços para restabelecer a presença diplomática do país no terreno. Sua equipe está trabalhando para restaurar o prédio e preparar o retorno do pessoal e a retomada dos serviços consulares. No último dia 14, a bandeira dos EUA foi içada na embaixada.

Dogu foi embaixadora dos Estados Unidos na Nicarágua, cujo presidente Daniel Ortega é um dos poucos aliados da Venezuela na região. A diplomata chefiou essa delegação desde 2015. Entre 2012 e 2015, ela atuou como vice-chefe de missão na embaixada dos EUA na Cidade do México.

Laura Dogu, nova chefe de missão diplomática dos EUA na Venezuela — Foto: Foto por STRINGER / AFP

Em paralelo, segundo o jornal venezuelano El Nacional, a Venezuela também retomou o controle de sua embaixada em Washington. O vice-ministro para a América do Norte, Oliver Blanco, publicou um vídeo no X na semana passada, na sede da embaixada, ao lado do encarregado de negócios, no qual relatou reuniões no Departamento de Estado para “explorar oportunidades de fortalecer a relação bilateral”.

Os EUA já haviam retirado todos os seus diplomatas da Venezuela e fechado sua embaixada em 2019 por questões de segurança depois de reconhecer o então chefe do Legislativo, o líder opositor Juan Guaidó, como presidente interino de um governo que, na prática, foi simbólico. Na ocasião, Maduro foi declarado “usurpador” do cargo de presidente pela Assembleia Nacional. Os EUA denunciaram a primeira reeleição do líde chavista, em 2018, como fraudulenta.

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Desde a captura de Maduro, o governo Trump afirma que seu objetivo final na Venezuela é restaurar a democracia e realizar eleições livres e justas. Trump elogia a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, que assumiu após a deposição de Maduro, por sua cooperação em relação às reservas de petróleo do país. Trump e Delcy assinaram acordos energéticos e de mineração que abrem a porta para o investimento privado e modificam o modelo estatista aplicado pelo chavismo.

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  • Espanha concede cidadania a Leopoldo López
      • Embaixada dos EUA na Venezuela retoma oficialmente as operações após sete anos: ‘Novo capítulo’

Espanha concede cidadania a Leopoldo López

A Espanha vai conceder nacionalidade ao líder da oposição venezuelana Leopoldo López, exilado em Madri e a quem o governo de seu país queria destituir de sua cidadania, anunciou nesta segunda-feira o chanceler espanhol, José Manuel Albares.

— Confirmo que Leopoldo López fez esse pedido e que amanhã (terça-feira) ele será submetido ao Conselho de Ministros — explicou Albares em entrevista à rádio RAC1, esclarecendo que “normalmente as coisas que vão ao Conselho de Ministros são aprovadas”.

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Segundo ele, a concessão será feita pela via rápida e não pela convencional, porque há “alguns documentos que, pela situação tão especial em que se encontra Leopoldo López, eram impossíveis serem apresentados e, portanto, decidimos utilizar essa norma que está no Código Civil espanhol”.

Em outubro de 2025, Maduro pediu ao Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela que retirasse a nacionalidade venezuelana de López por seus comentários favoráveis ao desdobramento militar dos Estados Unidos no Caribe em uma operação antidrogas.

López foi condenado em 2015 a quase 14 anos de prisão, acusado de incitar à violência nos protestos contra Maduro. Em 2017 passou a prisão domiciliar e, dois anos depois, participou de um levante militar fracassado. Terminou na residência do embaixador espanhol em Caracas, de onde fugiu em 2020 rumo a Madri.

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