A reclamação de Bruno Gagliasso sobre uma unidade do McDonald’s que teria encerrado o atendimento antes do horário divulgado ganhou novos capítulos nos últimos dias. Depois de o ator reconhecer que agiu de forma “impulsiva e imatura” ao expor a situação nas redes sociais, Gretchen entrou no debate para defender que estabelecimentos comerciais devem cumprir rigorosamente os horários informados aos clientes. A discussão ainda motivou uma provocação de Thiago Gagliasso, irmão do ator, que ironizou a repercussão do caso.
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Ao comentar o episódio ao Jornal dos Famosos, da LeoDias TV, Gretchen afirmou que a regra deve ser seguida independentemente da diferença de minutos. Para ela, uma loja só deve encerrar as atividades no horário oficialmente informado ao público. A cantora citou a experiência de viver na Europa para ilustrar o argumento.
“Às vezes a gente chega na frente de um estabelecimento cinco minutos antes do horário que abre, está chovendo, nevando, e eles não abrem. Quando dá o horário certo, a porta é aberta”, disse. “Cinco minutos, dez minutos ou um minuto: tem que ser fechado no horário. Essa é a minha opinião.”
A artista também ponderou que a necessidade de Bruno naquele momento pode ter influenciado sua decisão de tornar o episódio público, mas ressaltou que isso não altera a responsabilidade do estabelecimento de respeitar o horário divulgado.
Enquanto isso, Thiago aproveitou a repercussão para fazer uma brincadeira nas redes sociais. Em tom de ironia, afirmou que criaria o “PL Bruno Gagliasso” para obrigar todas as unidades do McDonald’s a funcionarem 24 horas por dia.
Entenda o caso
A polêmica começou na noite de terça-feira (4), quando Bruno Gagliasso passou por uma unidade da rede de fast-food em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, por volta das 22h50. Segundo o ator, o restaurante informava que funcionaria até as 23h, mas o drive-thru já estava fechado quando ele chegou. Inconformado, publicou uma reclamação no Instagram, o que rapidamente repercutiu nas redes sociais.
A publicação acabou dividindo opiniões. Embora alguns usuários tenham apoiado a cobrança pelo cumprimento do horário de funcionamento, muitos criticaram a exposição do caso e associaram o episódio ao posicionamento público do ator em defesa do fim da escala de trabalho 6×1, apontando uma suposta contradição entre o discurso e a cobrança feita aos funcionários.
Diante da repercussão, Bruno apagou a postagem e, na quinta-feira (6), fez uma autocrítica em entrevista à coluna de Mônica Bergamo. O ator afirmou que reagiu de forma precipitada ao levar a frustração para a internet e disse não ter dificuldade em reconhecer o erro.
“Fui impulsivo e imaturo na forma como reagi, ao levar uma frustração para a internet. Não tenho nenhum problema em reconhecer isso”, afirmou. Segundo ele, prefere tirar aprendizados de situações em que erra a insistir em provar que está certo. “A gente vive um momento em que todo mundo quer ter razão. Eu prefiro aprender quando erro. E fica o aprendizado: se eu quiser um Big Mac, chego mais cedo”, concluiu.

