Na TV desde os 11 anos, Polliana Aleixo falou sobre os impactos para a saúde mental de ter começado na profissão ainda criança:
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— Acho que tive ônus e bônus. Eu não tenho outra experiência, essa é a que eu sei. Não diria prática, mas acho que usaria a palavra lúcida. Tive o privilégio de aprender com pessoas que souberam estar em volta de uma criança num set e passar coisas importantes de uma forma que uma criança consegue assimilar. Se eu for tocar num ponto específico, acho que toda atriz que começa cedo cria uma relação muito identitária com o trabalho. É uma relação de validação e de reconhecimento através daquilo. O nosso cérebro está se formando até os 21 anos. Imagina, eu passei boa parte da minha vida me entendendo e me construindo enquanto também fazia essa relação. Então, hoje tenho uma relação muito lúcida, muito terapeutizada. Entendi que tem um ponto pessoal e que isso vai fazer parte da minha vida — comentou a atriz em participação no programa “Sem censura”.
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No papo, ela também falou sobre amizades e vida amorosa:
— Eu me imagino envelhecendo com os meus amigos mais do que com um marido. Eu nem tenho namorado, então nem conheço essa pessoa. As amizades, para mim, são uma lição muito grande da minha vida. Um amigo meu, o ator João Côrtes, é uma das melhores pessoas que conheço. Eu sempre falo para ele que a pessoa que não aceita o limite que a gente coloca na relação é porque ela se beneficia da falta de limite.
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Ex-atriz mirim, Polliana Aleixo conta como o início na carreira na infância afetou sua saúde mental e fala da vida de solteira: 'Me imagino mais envelhecendo com os meus amigos'
