Foi um surto humano que durou 24 horas. Na sexta-feira, quando o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, desembarcou em Ceuta, epicentro do rompante migratório vindo do Marrocos, o número de cadáveres recolhidos chegara a 57 — ontem já eram 67. Eles vêm somar-se aos milhares de corpos que não aguentam travessias muitas vezes mais longas pelo mesmo Mediterrâneo: 31.800 só na última década, segundo o Missing Migrants Project. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

