A fonoaudióloga de 53 anos baleada no pescoço num ônibus da linha 629 (Irajá x Saens Peña), durante um confronto entre policiais militares e criminosos em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio, saiu do centro cirúrgico após pelo menos quatro horas de cirurgia. Ela foi encaminhada para o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha.
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O caso aconteceu por volta das 7h desta quarta-feira. Segundo a Polícia Militar, agentes do 41º BPM (Irajá) faziam policiamento nas proximidades da comunidade do Trem, na divisa entre Vila Kosmos e Vicente de Carvalho, quando foram atacados a tiros. Houve confronto, e os criminosos fugiram.
A vítima estava no coletivo, que passava pela Avenida Meriti, na altura do Colégio Pio XII, quando os passageiros ouviram os disparos. De acordo com Antônio Figueiredo, inspetor da empresa responsável pelo ônibus, houve pânico dentro do veículo. Os passageiros desceram e correram para o colégio, onde se jogaram no chão para se protegerem.
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A mulher foi encontrada ferida no ônibus. Segundo o boletim médico divulgado anteriormente, ela chegou ao Hospital Getúlio Vargas lúcida e foi encaminhada ao centro cirúrgico com o projétil no pescoço. O tiro transfixou e provocou uma lesão na coluna.
PM dirigiu coletivo até hospital
Como o motorista ficou muito nervoso após o episódio e não tinha condições de continuar dirigindo, um policial militar habilitado para conduzir ônibus assumiu a direção do coletivo e levou a vítima até o hospital. Segundo o inspetor, o motorista chegou a receber água com açúcar antes de deixar o local.
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Durante o trajeto até o hospital, o ônibus se envolveu ainda em uma colisão com uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
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