A confusão que tomou conta do fim do “Aerofla”, o evento de apoio de torcedores ao elenco do Flamengo antes do embarque à Lima para a final da Libertadores, deixou feridos. Em meio à dispersão que acabou evoluindo para um confronto entre policiais e torcedores na porta do terminal de cargas do Aeroporto do Galeão, o GLOBO flagrou um torcedor com uma camisa ensanguentada. Em nota, a Polícia Militar informou que agiu para garantir a passagem do ônibus e que um cordão de isolamento foi atacado (veja abaixo).
“Tem que fazer isso é com traficante na favela”, lamentava o torcedor, que se afastou rapidamente do foco da confusão e não chegou a se identificar. A reportagem também chegou a observar pelo menos mais um rubro-negro caído sendo protegido por amigos próximo à Ponte Velha, na Ilha do Governador, que afirmavam que ele havia sido atingido por uma bala de borracha.
Além dos feridos, a confusão, que evoluiu rapidamente e durou cerca de 30 minutos, também deixou famílias assustadas. Muitos tentavam proteger as crianças, que choravam assustadas com o tumulto.
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Em nota, a assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que agentes do RECOM e do BEPE utilizaram instrumentos de menor potencial ofensivo “para conter torcedores que impediam a entrada do ônibus da delegação do Flamengo no Aeroporto Internacional Tom Jobim e para garantir o acesso à área restrita destinada à delegação”.
A instituição afirma ainda que houve um cordão de isolamento entre agentes e a segurança privada do clube para garantir a passagem dos ônibus, mas alega que os policiais atacados por torcedores. “Diante dessa situação, tornou-se necessário que as tropas especializadas utilizassem os meios adequados para garantir a segurança e a integridade física da delegação, dos demais torcedores e dos próprios policiais”, completa a PMERJ.
A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na quarta-feira (26/11), policiais militares do RECOM e do BEPE precisaram fazer uso de instrumentos de menor potencial ofensivo (IMPO) para conter torcedores que impediam a entrada do ônibus da delegação do Flamengo no Aeroporto Internacional Tom Jobim e para garantir o acesso à área restrita destinada à delegação.
Antes da intervenção policial, tropas do RPMONT e do BEPE, em conjunto com a segurança privada do Flamengo, realizavam um cordão de isolamento para permitir a passagem segura do ônibus. No entanto, mesmo com essa medida, grupos de torcedores atacaram os policiais que faziam o isolamento. Diante dessa situação, tornou-se necessário que as tropas especializadas utilizassem os meios adequados para garantir a segurança e a integridade física da delegação, dos demais torcedores e dos próprios policiais.

