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outubro 16, 2026
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Ilustrações vão ajudar público a ter contato com uma comunicação mais acessível durante visitas ao Parque Nacional da Tijuca

Por · outubro 16, 2026
Ilustrações vão ajudar público a ter contato com uma comunicação mais acessível durante visitas ao Parque Nacional da Tijuca


Como parte do processo de modernização e revitalização do Alto Corcovado, que terá foco na acessibilidade, o espaço dentro do Parque Nacional da Tijuca, onde fica o Cristo Redentor, ganhará até o final do ano uma forma de comunicação mais acessiva. Outra novidade, esta programada para o ano que vem, prevê a inauguração de novas escadas rolantes com elevadores inclinados, que vão dar mais autonomia para quem tem mobilidade reduzida.
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Cartazes com ilustrações adaptadas à realidade do público com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, não letradas ou com dificuldades na fala serão distribuídos pelo local. A ideia é ajudar esses visitantes a terem contato com uma comunicação mais acessível durante os passeios, ajudando por exemplo aqueles que necessitam de apoio para encontrar um banheiro ou uma lanchonete, entre outros serviços.
Grupo de trabalho que está desenvolvendo o novo sistema de comunicação acessível
Divulgação
A iniciativa está sendo desenvolvida pelo ICMBio em conjunto com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPD) e prevê ainda contar com apoio de equipes treinadas para atender esse tipo de visitantes. A intenção é começar pelo Alto Corcovado e depois atingir outros pontos do parque.
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—Vamos ampliar essa entrega para outras áreas do parque. E mais do que customizar essa ferramenta, é importante ter pessoas treinadas que ajudem o visitante a usá-la. Por isso, também recebemos hoje a palestra feita pelas técnicas da SMPD sobre Sensibilização: Mitos e Realidades sobre Pessoas com Deficiência e Acessibilidade Comunicacional. Essa é a capacitação que precisa ser aplicada — explica Luciana Dantas, analista ambiental do ICMBio.
Karla Simão, da gerência de acessibilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPD) destaca que a intenção é facilitar a maneira como os visitantes se comunicam em uma unidade de conservação:
—É um recurso pensado para o público PcD, mas ele é também universal. As pranchas atendem, por exemplo, pessoas que falam outros idiomas e precisam de apoio para encontrar um banheiro ou uma lanchonete no Cristo — diz Karla Simão.
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