Não faltam opções para quem quer se alimentar no Lollapalooza 2025. Mesmo sob um calor de 29°C, há quem se arrisque numa tigela de lámen fumegante do Jojo Ramen (R$ 40), mas há também quem prefira os picolés da Bacio di Latte (R$ 23).
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Na área mais gourmet do festival, restaurantes e lanchonetes renomadas da cidade oferecem pratos doces e salgados para diferentes gostos, mas o preço alto cobrado pelos pratos não combina com a falta de conforto na hora de comer: há pouquíssimas mesas e áreas cobertas, e os frequentadores do festival se revezam para ocupar os bancos disponíveis, já que alguns pratos precisam ser degustados com talheres.
O engenheiro Marcelo Souza, de 32 anos, aproveitou a tarde tranquila para comer junto a sua esposa no espaço. A escolha foram coxinhas de pastrami do Fôrno e pizza da Braz Elétrica. Em termos de sabor, não houve queixas, mas a experiência ficou prejudicada justamente pela falta de lugar para comer.
— Como tem restaurantes famosos, tem esse espaço aqui só para isso, dava para ter colocado mais mesas, uma tenda maior para dar sombra — disse ele, comparando o local com o The Town, realizado há dois anos no mesmo Autódromo de Interlagos, que fez uma estrutura toda coberta e climatizada para abrigar os restaurantes mais caros com maior conforto.
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A falta de espaços cobertos já foi um problema nesta sexta, primeiro dia de festival, quando choveu e ventou muito durante a tarde — os shows ficaram suspensos por cerca de uma hora por causa do risco de raios. Há mais chuva prevista para este sábado.
Quem busca opções mais frescas para o dia de calor pode optar por wraps e pokes do Papila, e os veganos não passam vontade com as opções do Açougue Vegano. Já na ala dos sanduíches, há opções como o Chimi Choripan e o Nash Frango Frito. A Los Dos Taqueria oferece petiscos mexicanos e o Jojo Ramen tem, além do clássico macarrão com caldo japonês, tigelas de gohan com karaague, enquanto o peixe frito reina na Sirène Fish and Chips. Em todos os locais, as porções são pequenas.
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Na ala das bebidas, há cervejas em lata (a mais barata, Budweiser Zero, a R$ 10, e a mais cara, Patagônia, a R$ 20), taça de vinho da Casal Garcia e Ice da marca Mike’s. A água em copo sai a R$ 8, mas o evento tem estações de água filtrada de graça por todo o autódromo. Mas são os coquetéis vendidos no espaço da Smirnoff que mais estão fazendo sucesso: uma grande fila se formava por volta das 15h no local, que serve diferentes versões de moscow mule a R$ 25 cada. Fora da área gourmet, as opções mais em conta são nuggets (R$ 29), hambúrgueres (R$ 40), pizzas (R$ 26) e batatas fritas (R$ 24) da Sadia, que tem estandes localizados estrategicamente perto dos quatro palcos, além de uma enorme unidade do McDonald’s, assim como já havia nas edições anteriores.
