Pular para o conteúdo
outubro 22, 2026
BRcom
Dólar PTAXR$ 5,0377
News

Lula defende 'novo jeito de governar' diante da forte mobilização de apoiadores e Congresso desfavorável

Por · outubro 22, 2026
Lula defende 'novo jeito de governar' diante da forte mobilização de apoiadores e Congresso desfavorável


Em live com o deputado André Janones (Rede-MG) na noite desta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu que, caso seja reeleito, vai governar de um novo jeito com a participação do povo por causa da mobilização popular vista neste segundo turno.
— Depois da nossa vitória a gente vai ter que discutir um novo jeito de governar este país. A participação do povo nesta campanha, a saída na rua dos estudantes, das mulheres, dos trabalhadores, vai nos obrigar a fazer um novo jeito de governar este país. Este país nunca mais será o mesmo — disse Lula.
Ao longo do segundo turno, houve uma série de manifestações de rua pelo país a favor de Lula que foram organizadas espontaneamente sem a participação da campanha. Caso seja eleito, contará com um cenário desfavorável no Congresso. O PL terá em 2027 as maiores bancadas na Câmara, com 121 deputados, e no Senado, com 28 representantes.
A live desta quinta-feira fez parte da mobilização do canal de Whatsapp “Exército do Lula” e teve a participação do cantor Jão, das atrizes Camila Pitanga, Leandra Leal e Marieta Severo, do apresentador Serginho Groisman e da influenciadora Nath Finanças. A transmissão teve uma audiência de mais de 1,5 milhão de pessoas.
Ao longo da live, Lula chamou por mais de uma vez o adversário Flávio Bolsonaro (PL) de “miliciano”.
— Eu admito que tenha milhões de pessoas que não querem gostar de mim. O que não posso é aceitar a ideia de milhões de brasileiros votarem em um miliciano para ocupar o Palácio do Planalto.
O presidente também criticou a exploração da religião em eleições.
— Eu conheço presidente que utilizou os evangélicos e depois tinha vergonha de conversar com os líderes evangélicos.

Lula defende 'novo jeito de governar' diante da forte mobilização de apoiadores e Congresso desfavorável