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novembro 2, 2026
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Mãe é condenada a 7 prisões perpétuas nos EUA após filha de 11 anos ser abusada pelo padrasto e dar à luz em casa

Por · novembro 2, 2026
Mãe é condenada a 7 prisões perpétuas nos EUA após filha de 11 anos ser abusada pelo padrasto e dar à luz em casa


Uma mulher de 34 anos foi condenada a sete penas de prisão perpétua após ser considerada culpada por permitir que o marido abusasse sexualmente da própria filha, de apenas 11 anos, e por negligenciar os cuidados com a menina. O caso aconteceu no condado de Muskogee, em Oklahoma, nos Estados Unidos. A sentença de Cherie Walker foi anunciada na última sexta-feira (30).
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A investigação começou em agosto de 2025, quando equipes de emergência foram acionadas para atender uma ocorrência na residência da família. No local, encontraram a menina, de 11 anos, que havia acabado de dar à luz. A criança teve o bebê em casa, sem acompanhamento pré-natal ou assistência médica durante o parto.
Exames de DNA confirmaram que o pai da criança era Dustin Walker, padrasto da menina e marido de Cherie. Segundo as autoridades, a mãe sabia que o homem abusava sexualmente da filha dela, mas não tomou providências para impedir os crimes.
Cherie foi denunciada ainda em agosto de 2025 por uma acusação de facilitação de abuso sexual infantil e outras seis de negligência infantil. Ela foi considerada culpada de todas as sete acusações em 17 de julho de 2026. A condenação, na última sexta-feira, resultou em sete penas de prisão perpétua, que deverão ser cumpridas consecutivamente. Isto significa que, mesmo que consiga uma revisão de pena, um indulto ou o direito a liberdade condicional em relação a uma das sentenças, as demais continuam valendo, o que a manterá na prisão.
O padrasto da menina e marido de Cherie também foi responsabilizado pelos crimes. Em março deste ano, Dustin Walker se declarou culpado de uma acusação de abuso sexual infantil e seis de negligência. Ele foi condenado à prisão perpétua pelo crime de abuso sexual, e a cumprir outras penas que totalizam 42 anos de prisão pelas acusações de negligência.
Na época em que o caso veio à tona, Janet Hutson, promotora assistente do condado de Muskogee, comentou a situação da vítima em declaração à emissora KOTV: “Esta criança está traumatizada. Ela passou por uma provação horrível. Quero dizer, não apenas alguém a engravidou, mas ela deu à luz em casa sem assistência médica, e isso será algo que carregará pelo resto da vida”.
Os investigadores também alegaram que a casa da família não tinha água encanada e que a criança não tinha consultas com um médico há mais de um ano.

Mãe é condenada a 7 prisões perpétuas nos EUA após filha de 11 anos ser abusada pelo padrasto e dar à luz em casa