Quando o presidente Donald Trump disse que a “civilização inteira” do Irã morreria “para nunca mais ser ressuscitada”, em abril, a ameaça foi vista como sem precedentes. Na época, o americano recuou poucas horas depois, anunciando um cessar-fogo temporário com Teerã. Ele não explicou o que quis dizer com o termo, mas, seis meses após o início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra a República Islâmica, mais de 3,5 mil pessoas morreram no país — e séculos de história foram destruídos ou danificados. De murais rachados a palácios estilhaçados, o conflito logo passou a ser visto por autoridades e especialistas como “um ataque deliberado e consciente” contra a identidade cultural de uma nação milenar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

