Uma inteligência artificial (IA) educacional foi desenvolvida para corrigir redações de estudantes neurodivergentes adaptando suas dificuldades às notas. A ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro condições específicas — transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dislexia e disgrafia — e não os considera para a pontuação final dos alunos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

