Os pratos são novos e a forma de apresentá-los também: para cada um dos nove serviços do menu degustação do Madame Olympe, com as últimas do chef Claude Troisgros, é entregue ao comensal uma cartela com a descrição dos pratos ilustrados com desenhos da ‘sous chef’ da casa, Jessica Trindade. Com o lápis de escola da filha, criou imagens ótimas ” Não sou uma artista, nunca estudei desenho e nem procurei reproduzir fielmente a composição do prato. Cheguei perto, mas brinquei, imaginei coisas e alguns desenhos ficaram até divertidos. Chef Claude gostou”.
O mais difícil de ilustrar foi uma criação bastante autoral do chef, batizada de Minha Terra. “´Depois de bater muita cabeça, criei o Jardim Madame, rabisquei lembranças minhas quando passei uma temporada na França, na Maison Troisgros, restaurante da família, em Ouche. Lembrei do bosque, das flores, do verde, viajei… ”
Uma provinha do que entrará em cena no Madame Olympe na semana que vem: cavaquinha com siri, ovas e ‘gochugaru’, um tipo de pimenta coreana; vieira na brasa com azedinha, ‘beurre blanc’ e rabanete negro; ravióli de abóbora e pupunha; sorvete de beterraba com queijo azul e espumante; peixe com castanha de caju e ‘escama’ de banana e por aí vai. Na hora do café, tem mochi de paçoca, o clássico doce de feijão japonês na versão Troisgros.
” Mochi simboliza união, prosperidade e renovação, representando bons desejos para o futuro”. O desenho? Um trevinho.
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