O pedido apresentado ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pela derrubada de todo o sigilo do caso Master, reflete uma decisão da cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR): o vice-procurador-geral, Hindemburgo Chateaubriand Filho, passa a apresentar os pedidos junto ao STF nas apurações sobre as fraudes bilionárias atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Apesar da escolha, é o procurador-geral da República, Paulo Gonet, que deve participar do julgamento da próxima terça-feira, que vai deliberar sobre o relatório que identificou o ministro Alexandre de Moraes.
Já a opção para que o vice seja responsável por apresentar pedidos ao Supremo está relacionada ao procedimento aberto pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal para analisar mensagens extraídas do celular de Vorcaro. Os diálogos constam de relatório que será analisado pelo plenário da Corte máxima na próxima semana.
Interlocutores destacam que não há qualquer impedimento, formal, para que Gonet atue no caso Master, já que o PGR não se considera “suspeito”. No entanto, sua equipe de que, por ora, ficará responsável por “peticionar no interesse” do caso Master.
Número dois da PGR passa a atuar no STF em processos do Master, e Gonet deve participar do julgamento sobre Moraes
O pedido apresentado ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pela derrubada de todo o sigilo do caso Master, reflete uma decisão da cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR): o vice-procurador-geral, Hindemburgo Chateaubriand Filho, passa a apresentar os pedidos junto ao STF nas apurações sobre as fraudes bilionárias atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro. […]