O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, propôs às equipes jurídicas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do senador Flávio Bolsonaro a redução da judicialização da campanha presidencial de 2026. O magistrado reuniu nesta terça-feira integrantes de PT e PL, ocasião em que a batalha jurídica sobre o canal “Exército do Lula” foi abordada.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou ter tratado, durante a reunião, a ordem de suspensão do canal no WhatsApp como uma repressão à organização social nas redes.
Edinho também afirmou que a campanha de Lula já pediu ao TSE para desvincular o canal criado pelo deputado federal André Janones da propaganda oficial da campanha.
Segundo ele, a inclusão do canal, como um dos oficiais da campanha de Lula, foi uma medida estratégica para que o canal não saísse do ar.
Edinho disse que a campanha é contra a vinculação, por entender que o canal deve ser autônomo e reconhecido como uma forma de organização da sociedade por meio das redes sociais.
Nunes Marques faz apelo a campanhas por menos ações, e presidente do PT critica 'cerceamento' de redes
