O medo de futuras operações ordenadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso Master e um suposto acordo de neutralidade com o governo Lula (PT) são apontados por aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como as principais razões para a decisão da federação União-PP de rejeitar a coligação com o PL e abrir mão de ter a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como vice na chapa que concorre à Presidência da República em outubro. Nos bastidores, porém, o presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), tem usado uma espécie de número mágico como justificativa: a meta de eleger ao menos 40 deputados na próxima eleição, o que, segundo ele, só se viabiliza se a federação não tiver candidato a presidente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

