A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, nesta quarta-feira (7), que ainda não dispõe de todas as informações da Rússia sobre a morte de uma funcionária de um instituto de combate à peste e que, portanto, não pode realizar uma avaliação completa dos “riscos”.
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“Ainda não temos uma visão completa deste fato e não podemos realizar uma avaliação completa de riscos”, afirmou o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em entrevista coletiva.
Anteriormente, ele já havia solicitado esclarecimentos sobre “as informações na imprensa a respeito de um segundo funcionário com pneumonia de origem indeterminada”. Na terça-feira, a OMS estimou que o risco era “baixo” para a Rússia e “muito baixo” para a Europa.
A peste é uma doença infecciosa causada por bactérias. A variante pulmonar é altamente contagiosa e pode ser mortal se não for rapidamente tratada, segundo a OMS.
O Ministério da Saúde da Mongólia anunciou nesta quarta-feira que determinou medidas de “vigilância sanitária” na fronteira com a Rússia “para prevenir possíveis riscos”.
Os Estados Unidos, por sua vez, não acreditam que a morte da técnica de laboratório esteja relacionada a uma arma biológica.
“Saberemos muito em breve, mas não achamos que seja isso”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval, ao ser questionado sobre essa hipótese.
OMS diz que não pode fazer uma avaliação de 'riscos' sobre a suspeita de peste na Rússia
