A segunda fase da Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira, expôs como a gestão de Cláudio Castro — que renunciou em março ao governo do Rio de Janeiro — desprezou evidências técnicas para favorecer o grupo Refit, dono da antiga Refinaria de Manguinhos, apontado como um dos maiores sonegadores do estado e do Brasil. Um dos objetivos da operação foi investigar suspeitas de fraudes na concessão de licenças ambientais para a refinaria. Entre os alvos estavam Castro e o ex-secretário de Ambiente e Sustentabilidade Bernardo Rossi. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

