Agentes da Polícia Militar Ambiental e integrantes do Ministério Público deflagraram, nesta terça-feira, uma operação contra influenciadores digitais que promovem e monetizam a fabricação e soltura ilegais de balões. A Justiça autorizou o cumprimento de 31 mandados de busca e apreensão em endereços da capital e da Região Metropolitana de São Paulo ligados aos criadores de conteúdo, cujos nomes não foram divulgados.
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Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, os suspeitos não só confeccionavam e vendiam os balões, como também promoviam a ação nas redes sociais.
Com isso, segundo os investigadores, o grupo fez com que a prática “fosse normalizada”, embora represente risco ao meio-ambiente e à vida das pessoas, com a possibilidade de incêndios e até acidentes aéreos.
Fabricar, armazenar, transportar ou soltar balões é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. Ao todo, 170 policiais militares foram designados para a operação, batizada de “Bancada”.
A Justiça determinou, ainda, a suspensão e o bloqueio de contas e perfis utilizados pelos investigados. Nessas páginas, os suspeitos impulsionavam conteúdo para obter mais engajamento e monetizá-lo.

