Em dois endereços na capital paulista, o chef peruano Enrique Paredes defende a filosofia tatuada no braço: “cocina con libertad”. A proposta é reinterpretar clássicos de seu país usando produtos brasileiros, como os da região amazônica. Paredes consegue equilibrar os legados criollo, nikkei e chifa, do Peru, com técnicas francesas, japonesas e italianas, em pratos cheios de cor, sabor e experimentação. Quem curte a mistura vai se deliciar com os patacones, tostadas de banana-da-terra, “amassado” de mandioca, lagarto desfiado e molho de coentro (R$ 59), o arroz con mariscos, bem cremoso, feito com temperos peruanos e frutos do mar marinados em salsa anticuchera, no grill (R$ 109), e os tacos acebichados, tortillas crocantes de milho, tartare nikkei de peixe e musse de abacate (R$ 63). Na sobremesa, o tradicional suspiro limeño tem toque do chef: une doce de leite peruano, suspiro desidratado de quinoa e pimenta togarashi e sorvete de chocolate (R$ 38). Campos Elíseos: Rua dos Guaianazes 1.149 (99560-4321). Ter, das 12h às 15h30. Qua a sex, das 12h às 15h30 e das 19h às 22h. Sáb, das 12h às 16h30 e das 19h às 22h. Dom, das 12h às 16h30. Higienópolis: Shopping Pátio Higienópolis. Av. Higienópolis 618 (3823-2991). Seg a sex, das 12h às 15h30 e das 19h às 22h30. Sáb, das 12h às 17h e das 19h às 22h30. Dom, das 12h às 17h e das 19h às 22h.
A chef peruana Marisabel Woodman defende a cozinha autêntica de sua terra natal. No cardápio, despontam preparos tradicionais, como o ceviche. A versão clássica leva peixe do dia marinado no limão, coentro, pimenta, cebola roxa e leche de tigre, acompanhado de batata-doce brûlée e cancha Chulpi, milho típico daquele país bom de beliscar e acompanhar. O prato icônico peruano também pode ser pedido como uma degustação de três sabores (R$ 135). Entre os pedidos quentes, o arroz chaufa escondido combina frutos do mar com leguminosas, torresmo, o molho chinês char siu e azeite de gengibre, sob uma camada de tortilha cremosa (R$ 89). Parte do menu é dedicada a pratos vegetarianos. É o caso dos patacones, discos crocantes de banana-da-terra com musse de avocado, tomate-cereja, abobrinha e cogumelo-de-paris, cebola roxa, coentro e pimenta (R$ 57), perfeito para beliscar na entrada. De sobremesa, prove os picarones, bolinhos fritos de batata-doce e abóbora, calda de rapadura, figos secos e canela (R$ 44, a porção com quatro). Jardins: Alameda Campinas 1.357 (5990-0623). Ter a qui, das 19h às 23h. Sex, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 16h30 e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 17h.
O irreverente chef boliviano Checho Gonzales comanda esse negócio com cara de restaurante de bairro e comida “de imigrante”, como ele mesmo define. O menu tem preços convidativos. Vai da simples salada de batatas com maionese (R$ 18) a humitas, tortinhas de milho, queijo e erva-doce, com creme de abacate e vinagrete de cebola com salsinha (R$ 36), passando pelo cordeiro em nogada (espécie de pirão) de amendoim, com batatas salteadas com ervas e “muita manteiga” (R$ 90). O ceviche de peixe branco é fresco e bem temperado com cebola roxa, pimenta dedo-de-moça, coentro, limão, suco de tomate e batatas crocantes (R$ 45). Às segundas, quintas e sextas (exceto feriados), há pratos executivos como a caldeirada de mexilhões, que aparece às sextas (R$ 59). Vale a pena concluir a refeição com a sobremesa dos leches e uma média, em referência à mistura de café com leite, tão típica do Brasil. O pedido vem com bolinho embebido em calda de leites, baunilha, canela e um pingo de café, mais uma colherada de doce de leite (R$ 29). Barra Funda: Rua Sousa Lima 305 (91107-8943). Seg, qui e sex, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 23h. Dom, das 12h às 18h.
Aberto em 2020 pela brasileira Luana Sabino e pelo mexicano Eduardo Ortiz, combina a tradição da cozinha mexicana com ingredientes brasileiros em criações modernas e cheias de personalidade. No menu degustação de oito tempos (R$ 490), os pratos variam de acordo com a sazonalidade. São criações como infladita de birria com guacachile de cambuci (ou massa estufada com carne guisada e uma variação do guacamole, o “guacachile”), tempurá de hoja santa (erva aromática típica da América Central) com atum e tamal de rajas com salsa verde (típica massa de milho recheada). No menu à la carte aparecem a tostada de atum com macha de castanha-do-pará e avocado (R$ 70), o porco duroc al pastor com manteiga de abacaxi e tortilhas feitas na casa (R$ 180) e o mole negro com tamal de pato e queijo feta (R$ 200). A carta de vinhos é assinada por Daniela Bravin e Cassia Campos, e a de drinques autorais é do premiado bartender mexicano Allan Suarez. Nessa ala, sobressaem os destilados de agave, usados em coquetéis como o epazote, feito com mezcal, mastruz, Cocchi Americano e Cointreau (R$ 50). Pinheiros: Rua João Moura 861 (97604-4920). Ter e qua, das 19h às 22h30. Qui, das 19h às 23h. Sex, das 19h à meia-noite. Sáb, das 12h às 15h e das 19h à meia-noite. Dom, das 12h às 17h.
No elegante Hotel Rosewood São Paulo, a empreitada combina a consultoria de Felipe Bronze com o comando da cozinha nas mãos dos chefs Rachel Codreanschi e Lucas Lopez. O menu tem inspiração sul-americana e sotaque brasileiro. No dia a dia, fazem bom começo ceviche de vieiras (R$ 130), ostras frescas de Santa Catarina (R$ 70, quatro unidades), tortilhas de banana-verde com camarão rosa (R$ 150) ou croqueta de camarão acompanhada de sashimi de atum (R$ 90). Entre as opções de saladas e pratos frios, figuram carpaccio de carne de sol de wagyu (R$ 95), a salada taraz (R$ 80) e a salada de repolho na brasa (R$ 80). Amantes de carne ainda encontram a clássica costela angus (R$ 150) e o saboroso bife de chorizo (R$ 190). Para encerrar, escolha entre duas sobremesas da chef pâtissière Saiko Izawa: a refrescante piña colada, com abacaxi caramelizado, espuma de leite de coco e macadâmia (R$ 60), e o cremoso bolo 3 leches (R$ 60). Aos domingos, a imersão na cultura sul-americana é garantida por menu fechado a R$ 350 por pessoa na hora do almoço. Bela Vista: Rua Itapeva 435 (3797-0500). Ter a qui, das 12h às 23h. Sex e sáb, das 12h à meia-noite. Dom, das 12h às 17h e das 19h às 23h.
Com 66 anos de existência, é conhecida como a mais antiga casa de especialidades gregas da capital paulista. Há quase uma década, quem toca o lugar são as filhas do fundador, o seu Trasso, apelido do grego Thrassyvoulos Georgios Petrakis (1918-2016). Claudia e Niqui Petrakis mantiveram a simplicidade e a tradição, no salão e no cardápio. Para começar, a entradinha mista (R$ 62, meia porção; R$ 92, inteira) vem com skordalia (pasta de batata e alho), tzatziki (pasta de iogurte com pepino e alho), melitzanosalata (pasta de berinjela assada) e polvo com vinagrete. Depois é só visitar a cozinha, eleger entre as receitas que ficam dispostas em um balcão e esperar à mesa. Podem aparecer clássicos como a moussaka (R$ 48), parecida com uma lasanha de berinjela, carne moída e batatas, o carneiro ao forno (R$ 72), o polvo cozido ao vinho (R$ 125). Para finalizar, há pedidas como a baklava (R$ 20), um doce de nozes coberto por uma crosta crocante e banhado de mel. Bom Retiro: Rua da Graça 364 (3223-4386). Diariamente, das 7h30 às 18h.
A casa branca e azul, seguindo as cores da bandeira grega que ostenta na fachada, completa dez anos em 2025. Com mesas no salão e também na calçada, cria um ambiente propício para provar as receitas da chef Mariana Fonseca na companhia de um dos drinques da carta. O menu lista entradas como a torta de queijo de cabra (R$ 52), com presunto grego, marmelada de uva e amêndoas crocantes, e os kalamakis — porção com quatro espetinhos de carne (R$ 46, a de porco, a R$ 78, de cordeiro). Entre os principais, a moussaka (R$ 68) aparece também na versão vegetariana (R$ 58), em que a carne moída é substituída por legumes como abobrinha e batata-doce. Há opções do mar, como as lulas recheadas de queijo feta e espinafre (R$ 106) e o atum selado servido com purê de grão-de-bico e cebola caramelizada (R$ 128). Há preparos com carnes, como o galeto assado (R$ 56) e a paleta de cordeiro (R$ 320 para até três pessoas), entre outros. Na seção de sobremesas, o rizogalo (R$ 32) é o arroz doce grego, servido com compota de laranja. Jardim Paulista: Rua Peixoto Gomide 1710 (2935-0888). Seg a qui e dom, das 12h às 23h. Sex e sáb, das 12h à meia-noite.
Uma frondosa árvore e trepadeiras que contornam a fachada deixam ainda mais convidativo este simpático sobrado branco com detalhes azuis, onde funciona desde o começo de 2024 esta casa grega. O clima é casual, com mesinhas na calçada, cadeiras no balcão, um salão principal e um segundo andar arejado. A empreitada é do restaurateur Leo Marigo e de Hans Agourakis Scheller, de ascendência grega. As opções de entrada incluem a sfoliáta feta (R$ 59), um folhado crocante de queijo feta com nozes e mel orgânico, em entre as saladas, a petros (R$ 59), um mix de folhas com queijo de cabra, presunto de parma, figo, mel orgânico e pinoli. Entre os pratos principais — há mais de uma dezena —, a moussaka arnáki (R$ 89) é feita com ragu de cordeiro, entre camadas de batata e berinjela tostadas, molho bechamel gratinado e crocante de hortelã. O menu é amplo e permite diferentes combinações, o que abre espaço para um dos drinques da carta, com mais de 25 opções entre autorais e clássicos (R$ 29 a R$ 42). Pinheiros: Rua Doutor Virgílio de Carvalho Pinto 137 (3898-5890). Seg a sáb, das 12h às 23h. Dom, das 12h às 18h.
A vitrine colorida é uma atração à parte no restaurante de especialidade judaica aberto em 2023 por Andrea Kaufmann. O charme local se estende ao pé-direito duplo e bem iluminado por ampla janela que vai do chão ao teto. No balcão, antepastos delicados como a abobrinha marinada com toque de hortelã e o patê de fígado são vendidos por peso, mas vale sentar-se em uma das mesas para provar outras sugestões. Aposte nos ovos turcos, pochê, servidos com coalhada, especiarias e brioche (R$ 42), ou no borscht — shot de sopa gelada de beterraba — acompanhado por latkes, dois discos dourados de batata ralada e frita (R$ 43). Merecem atenção o cordeiro assado em seu molho com cuscuz marroquino (R$ 91) e o salmão lox, que aparece no bagel com cream cheese (R$ 67), com ovos beneditinos (R$ 56), na salada acompanhado por blinis e pasta de ovos (R$ 69), ou ainda em terrine, servido com torradas finíssimas (R$ 57). Encerre com o aromático bolo de nozes e mel da vó sarah (R$ 31). Vila Madalena: Rua dos Macunis 440 (91923-4685). Ter a sáb, das 8h às 18h. Dom, das 8h às 16h.
O autointitulado último restaurante judeu do Bom Retiro abriu em 1991, baixou as portas na pandemia e foi felizmente reaberto por pequenos investidores. Tem ambiente simples, atendimento simpático, potes de picles nas prateleiras da cozinha aberta para o salão e cardápio afetivo com sabores do Leste europeu. Exemplo disso é o delicado varenike (R$ 29, três unidades), massa suave recheada de batata e cebola, rapidamente puxada na manteiga e servida com cebola frita, além de leve creme azedo. Para abrir o apetite, vão bem as latkes, pequenas panquecas de batata ralada e frita (R$ 28, três unidades). Na ala principal, a língua é servida com farfale, massa curta preparada no caldo de galinha (R$ 69). Aos finais de semana aparece o tchulent (R$ 63), cozido de carnes bovinas e feijão-branco, parente do cassoulet. De segunda a sexta, o PF varia, mas quinta é dia de farfale da sorte (R$ 36). Nas noites de sexta, as mesas ganham toalhas brancas, velas, música ao vivo, e o menu de Shabbat destaca receitas como babaganoush, onde reina a berinjela, e o típico shakshuka, com ovos, tomates, cebola e temperos (R$ 75). Recomenda-se reservar. Bom Retiro: Rua Correia de Melo, 206 (93386-4774). Seg a qua, das 12h às 15h. Qui e sex, das 12h às 15h e das 18h30 às 23h. Sáb, das 12h às 23h. Dom, das 12h às 16h.
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Único do gênero na capital paulista, comandado pela chef Denise Guerschman, oferece uma viagem por sabores da gastronomia nórdica, com influências suecas, norueguesas, dinamarquesas, finlandesas e islandesas. Os clientes se reúnem ao redor de longa mesa compartilhada de madeira rústica. A experiência pode começar com a tábua que traz seleção de peixes, patês, pães, geleias, arenque e outros acepipes. O pedido custa R$ 78 para dois, ou R$ 146 para quatro. Em seguida, uma boa pedida é a köttbullar, almôndega sueca servida com purê de batatas com dill, ervilhas na manteiga, repolho-roxo e geleia de lingonberry, fruta vermelha de sabor agridoce (R$ 118). Outra sugestão é o lax kaviar, salmão curado e defumado na casa, servido com ovas de bacalhau (R$ 126). Para adoçar, prove o bolo de amêndoas brûlée com calda de hidromel, quentinho, com sorvete de baunilha da casa e farofa crocante (R$ 62). A degustação segue por bebidas típicas: brinde dos vikings, o hidromel (fermentado feito com mel e leveduras) é servido em três versões no chifre de cerâmica, por R$ 38. Outro caminho para conhecer essa culinária é provar o menu executivo, por R$ 88 no almoço. Pinheiros: Rua Mourato Coelho 1.365 (95144-4486). Qua a sáb, das 12h às 16h e das 19h às 22h. Dom, das 12h às 16h.
Impossível não se impressionar com a figueira centenária que batiza a unidade mais icônica do Grupo Rubaiyat. Nas mesas que se espalham ao seu redor, brilham os cortes na brasa. Há opções como bife de chorizo (R$ 211) ou leitão confitado e desossado (R$ 187), além de boa variedade de acompanhamentos. A batata soufflée (R$ 46), inflada, levíssima e crocante, é sempre um acerto. Não é fã de carnes? Vá de bacalhau ao forno (R$ 184), ou escolha uma das sugestões de preparos com arroz ou massa. Para encerrar, a sobremesa que leva o nome da casa é uma tartelete com creme de queijo de cabra e mel, servida com geleia e sorbet de figo (R$ 57). Durante a semana, o executivo, com entrada, um corte, um acompanhamento e sobremesa, é servido por R$ 151. No sábado é dia de bufê de feijoada (R$169 por pessoa), um belo programa ao redor da velha figueira. Jardins: Rua Haddock Lobo 1.738 (3087-1399). Seg a dom, das 12h às 23h.
Após a mudança de endereço, o empreendimento da chef Paola Carosella alcançou tom mais afinado e elegante. Ali, pratos clássicos como a salada waldorf (R$ 42) e o coquetel de camarão (R$ 92) são trabalhados com frescor e leveza. O preparo do delicado peixe all’acquapazza, ensopado, beira a excelência. Perfeitamente cozido, recebe a companhia de alcaparrinhas, tomates, erva-doce e aioli (R$ 172). A clássica massa all’amatriciana é feita como manda a tradição, com guanciale, tomates san marzano e queijo caprino romano. Pode-se pedir a porção inteira por R$ 98, ou meia por R$ 65. Durante a semana, o almoço executivo é ótima pedida. Às sextas, por exemplo, a sugestão é a salada de ajo blanco e picles de maçã, seguida por ravióli de camarão e tiramisu (R$ 139 com entrada e sobremesa, ou R$ 89 só o principal). Em cinco dias da semana, oferece opções para fomes de qualquer hora: quem chega à tarde encontra pedidas rápidas como medialunas fresquíssimas, raviolini de ricota e carpaccio cipriani (R$ 92). Jardim Paulista: Rua Chabad 124 (2780–0485). Ter a sáb, das 12h às 23h30. Dom, das 12h às 16h30.
Contemporâneo e elegante, o reduto do chef Charlô Whately, instalado no térreo do Pulso Hotel, encanta com seu salão envidraçado, cozinha à vista de todos e atmosfera sofisticada, mas sem exageros. Merecem atenção entradas como o carpaccio de vieiras com chips de batata, emulsão de abacate e wasabi (R$ 125) e os pratos-assinatura da casa. É o caso do nhoque à carbonara (R$ 140), que chega com a gema intacta, para ser rompida à mesa; do camarão grelhado em molho bisque e escoltado por arroz de champagne e amêndoas (R$ 235); e da galinha caipira com ovo perfeito (R$ 140). Não dispense a sobremesa. Diante das boas opções, é tarefa difícil escolher nessa etapa, mas brilham na lista a torta de marzipã e chocolate (R$ 55) e o famoso bolo de nozes do charlô (R$ 60). Pinheiros: Rua Henrique Monteiro 154 (96331-5709). Seg a sex, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 16h.
As raízes italianas de Bianca Giacomelli não impedem certa ousadia na cozinha. O nhoque ali é frito — mas nem por isso fica pesado —, servido com minilulas e molho à base de natas e jerez, que agrega uma grata acidez ao prato (R$ 99). Esse é intocável, mas boa parte do cardápio varia de tempos em tempos. No menu atual, tem crudo de atum com tempurá de flor de abobrinha (R$ 112), moules et frites (R$ 86) e beef wellington (R$ 158) com purê de batatas e demi-glace, que ainda pode ganhar a companhia de foie gras na versão rossini (R$ 208). Não estranhe o nome: o restaurante se mudou para a Santa Cecília em 2022 e faz sucesso também por ali desde então, com salão sempre movimentado e um bar recentemente aberto no subsolo. Santa Cecília: Rua Barão de Tatuí 302 (97041-7543). Seg, das 19h às 22h30. Ter a sáb, das 12h às 15h30 e das 19h às 22h30. Dom, das 12h às 17h.
Duas dicas: chegue cedo, porque o lugar anda bombando, e não vá sozinho, para poder provar e dividir o maior número de pratos que conseguir. O ambiente tem jeito de bar, mas a cozinha de Cadu Evangelisti, que abocanhou o 2º lugar na categoria Chef Revelação nesta edição, esbanja sabores e influências. Sem se prender a conceitos, os lemas ali são: (1) tudo é pensado para compartilhar, não em tamanho, as porções inclusive são comedidas para que seja possível provar mais, e (2) os pratos são pequenas explosões de sabores, texturas e contrastes. Bom exemplo disso é a guioza recheada de frango assado, requeijão de milho-verde, um surpreendente e crocante chilli oil de pipoca, picles de cebola roxa e togarashi (R$ 62). Picante, mas dá para encarar. O cardápio muda, mas o não é bobó já se tornou intocável (R$ 59, quatro unidades): são retângulos de mandioca prensada com leite de coco e dendê, posteriormente fritos e servidos com uma maionese de camarão. Para acompanhar, drinques como o varanda, feito com vodca, vermute, abóbora e butiá, um coquinho azedo (R$ 44). Vila Madalena: Rua Aspicuelta 429 (914673037). Ter e qua, das 12h às 15h e das 19h às 23h30. Qui a sáb, das 12h às 23h30. Dom, das 12h às 18h.
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Aberto em fevereiro deste ano, o sobrado de tijolos brancos tem cardápio enxuto, mas certeiro: acumula filas desde a estreia. De linha contemporânea, a fronteira entre o que é entrada e o que é pedida principal é tênue. As sugestões são concebidas para serem colocadas no centro da mesa e compartilhadas. Entre os 17 pratos oferecidos, destacam-se reconfortantes almôndegas de cordeiro, que desmancham na boca, servidas com molho de tomate, queijos feta e pecorino, saladinha de ervas e focaccia tostada (R$ 67). O cardápio tem base majoritariamente italiana, mas o jovem chef Victor Senna deixa espaço para outras influências. Prove a excelente mezzaluna de queijos tulha (maturado) e ricota da Fazenda Atalaia (R$ 72) e, na hora da sobremesa, decida sem medo entre o tiramisu e o mil-folhas de chá preto (R$ 42), ambos muito equilibrados. Para acompanhar, há boa carta de vinhos de baixa intervenção (que preservam as características da uva e do terroir), drinques clássicos e criações autorais. Pinheiros: Rua Artur Azevedo 496 (97052-9007). Ter a sex, das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 16h.
Pé-direito alto, luz natural e poltronas confortáveis conferem ar elegante ao amplo salão e ao pátio instalados no Itaim. O cardápio une ingredientes sofisticados, técnicas diversas e uma pitada de criatividade. Dica mais recente, o delicado ravióli de brie e figo, puxado na manteiga com sálvia e nozes (R$ 128), disputa as atenções com clássicos como o filé wellington com risoto de açafrão (R$ 221), que segue firme no menu. Nas sobremesas, o nosso cannoli (R$ 50), feito com chocolate gold, caramelo salgado e sorvete de caramelo com flor de sal, se destaca. A matriz aberta há quase três décadas no coração do Itaim ganhou a companhia de uma segunda unidade em 2024, no átrio central do Hospital Israelita Albert Einstein, com cardápio mais enxuto. No menu executivo dos dois endereços aparecem sugestões como o peixe ao molho de tangerina (R$ 148). Itaim Bibi: Rua Manoel Guedes 474 (3165-3445). Seg a qui, das 12h às 15h e das 19h às 23h30. Sex, das 12h às 15h e das 19h à meia-noite. Sáb, das 12h às 16h e das 19h à meia-noite. Dom, das 12h às 16h30. Morumbi: Hospital Israelita Albert Einstein. Av. Albert Einstein 627 (4550-6958). De seg a sáb, das 11h30 às 22h. Dom, das 11h30 às 16h30.
Um bistrô brasileiro de alma cosmopolita. Referência de boa cozinha há 30 anos, sob o comando atento de Carla Pernambuco, o agradável casarão em Higienópolis sempre traz novidades no cardápio, mas não ousa mexer em clássicos queridos do público. Pertencem à segunda lista os rolls vietnamitas, de folha de arroz, recheados de harussame (massa feita de amido), manga, pepino, cenoura e molho cítrico (R$ 74); e os crocantes pasteizinhos de queijo Canastra (R$ 69). Na ala dos pratos principais, brilham o suculento filé wellington, acompanhado por risoto de queijo coalho e molho poîvre (R$ 145), e os camarões do bobó (R$ 148), ladeados por arroz jasmim e farofinha crocante. A estrela entre as sobremesas é o icônico suflê de goiabada com calda fria de requeijão (R$ 49): criado por Carla Pernambuco em 1995, virou clássico paulistano e segue encantando por sua leveza e doçura equilibrada. Higienópolis: Rua Sergipe 753 (98225-6030). Ter a sex, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 17h e das 19h30 às 23h30. Dom, das 12h às 17h.
Não há nada de convencional na enoteca de Lis Cereja. Aberta em 2008, a casa, uma das pioneiras no movimento dos vinhos naturais no Brasil, surpreende com o espaço peculiar, composto por pé-direito alto, móveis antigos e muitas velas. Esse é o cenário para a carta de bebidas única. São elencados cerca de 400 rótulos de vinhos — todos naturais, orgânicos, biodinâmicos e de pequenos produtores. A seleção traz ainda versões de pet-nat, abreviação para pétillant naturel, espumante com método de preparo ancestral, na casa oferecido em receitas de caju e de acerola. Garrafadas de ervas e espumante de jabuticaba também são produzidos com insumos da horta própria. Nada lá entra sem propósito ou origem verificada. O cardápio não é fixo: circula pelas salas em uma enorme lousa onde aparecem pedidas como o mil-folhas de mandioca pubada com béarnaise de tucupi (R$ 42) e o risoto de beterraba com creme de queijo azul (R$ 72). Vegetais dominam mais da metade dos pratos, mas carnes como o cordeiro assado com aligot (R$ 129) também merecem a visita. Vila Nova Conceição: Rua Professor Atílio Innocenti 811 (3846-0384). Seg a sáb, das 19h à meia-noite.
Aberto em 2016 na cobertura do Edifício Esther, marco modernista da capital, combina vista privilegiada com cardápio que une técnicas francesas, toques globais e carta de vinhos 100% brasileira. A receita da terrine com mix de carnes suínas, prato tradicional no interior da França, é herança da família do chef Benoit Mathurin (R$ 72). Para o prato principal, aposte na bochecha confitada com cuscuz e cenouras caramelizadas (R$ 112) ou no caldoso arroz de pato com farofa, gema curada e picles de cebola roxa — que agrega bem-vinda acidez à composição (R$ 125). Mais leve, o nhoque é servido com delicada emulsão de cebolas, vinho branco, queijo e cogumelos grelhados (R$ 96). À noite, de segunda a sábado, há a opção de menu fechado com entrada, principal, sobremesa e uma taça de espumante por R$ 170. A seleção muda a cada mês. No almoço durante a semana, o executivo (R$ 97) pode incluir sugestões como boeuf bourguignon e cassoulet. República: Rua Basílio da Gama 29 (3256-1009). Seg a qui, das 12h às 15h e das 18h às 23h. Sex, das 12h às 15h e das 18h à meia-noite. Sáb, das 12h à meia-noite. Dom, das 12h às 17h.
Ares industriais, com luminárias resgatadas de fábricas e estações de trem, além de bastante concreto, dão o tom da Mooca ao restaurante do chef Fellipe Zanuto, nascido e criado no bairro. O fogão a lenha e o menu poliglota se mantêm na segunda unidade, aberta em 2022 no Itaim Bibi. A comida mistura lembranças de Fellipe e a influência de imigrantes, em sua maioria italianos. A começar pelo couvert: uma vasilha de molho de tomate quentinho com pão para ser molhado à vontade (R$ 38). Continue com o macarrão à bolonhesa finalizado na lenha (R$ 85), ou o risoto imigrante, feito com creme de abóbora, tomate, pernil, linguiça, queijo meia cura e molho hollandaise (R$ 85). O bolo de coco gelado e embrulhado no alumínio (R$ 26) encerra a refeição com um toque de afeto. Além do almoço executivo (R$ 79), de segunda a sexta, fique de olho na sugestão da seção “rango dos funça”, a R$ 49. Segunda é dia de picadinho. Mooca: Rua Borges de Figueiredo 82 (2291-5629). Seg, das 12h às 15h, ter a qui, das 12h às 15h e das 18h às 22h. Sex e sáb, das 12h às 22h30. Dom, das 12h às 17h. Itaim Bibi: Rua Clodomiro Amazonas 216 (3168-7291). Seg, das 12h às 15h, ter a qui, das 12h às 15h e das 18h às 22h. Sex e sáb, das 12h às 22h30. Dom, das 12h às 17h.
A casa mais informal da chef Helena Rizzo, inaugurada em 2015 no shopping Iguatemi, ganhou duas novas unidades, cada uma com personalidade própria: uma no shopping JK e a primeira loja de rua, apelidada de Manioca Da Mata. Esta tem salão intimista e iluminação baixa. Por lá se encontra o atum levemente grelhado com quinoa, chutney de amora, espuma de gengibre e shiso (R$ 128), prato resgatado do menu antigo do Maní. Na matriz, uma pedida da seção de entradas merece atenção: é o espeto de camarão e cogumelo eryngui na brasa (R$ 79). Fique tranquilo, hits como o capellini com cogumelos (R$ 98) e a sobremesa “o ovo” (R$ 46), com espuma de coco, sorvete de gemada e coquinhos crocantes, são encontrados nos três endereços. Jardim Paulista: Shopping Iguatemi. Av. Brigadeiro Faria Lima 2.232 (99724-7719). Seg a qui, das 11h30 às 15h30 e das 18h às 22h30. Sex, das 11h30 às 16h e das 18h30 às 23h. Sáb, das 12h às 23h. Dom, das 12h às 21h. Itaim Bibi: Rua da Mata 212 (97473-8994). Ter a sex, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sáb, das 13h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 17h. Mais um endereço.
O negócio nasce do encontro das culturas de dois países distantes: Brasil e Tailândia. Comandado desde 1997 pela baiana Ina de Abreu, o simpático e despojado salão com chão de tacos e quadros vibrantes complementa o cardápio que traduz o repertório da chef. Acomode-se em uma das cadeiras, desenhadas exclusivamente para o endereço, e comece pelo krathong-thong (R$ 69). A entrada típica traz cestinhas de massa filo recheadas de frango, milho e especiarias. Também na ala tailandesa, o pad thai, feito com massa de arroz, é servido com frango, broto de feijão, amendoim, ovo, camarão seco (ou shiitake, na versão vegetariana) e especiarias (R$ 87, meia porção; R$ 125, a inteira). Preferido da chef, o prato que leva o nome da casa (R$ 159) é um risoni ao pesto de salsinha com camarão grelhado e molho agridoce (R$ 159). Para adoçar, a torta de maçã é servida quente, na companhia de sorvete de baunilha ou frozen feito por lá (R$ 45). Consolação: Rua Fernando de Albuquerque 277 (3256-3165). Dom e seg, das 12h às 23h. Ter a qui, das 12h à meia-noite. Sex e sáb, das 12h à 1h.
O mais novo empreendimento da inquieta chef Renata Vanzetto ocupa o endereço do antigo Ema e tem proposta provocante: faz jus ao nome, com ambiente escurinho, espelho no teto e atmosfera dominada por tons de vermelho. Aberto em abril, o lugar está bombando. O cardápio é dividido entre pratinhos e pratões. A sugestão é pedir de três a quatro pequenos por pessoa, ou combinar um pratinho e um pratão. Herança do Ema, a costela reaparece em versão sanduíche, com creme de agrião e batata palha, servida sobre denso molho roti (R$ 64). Entre os pratos maiores, se destaca o arroz safado, com lulinhas crocantes e arroz na própria tinta (R$ 84). Para bebericar, vale o refrescante ‘california dreams’, feito com pisco, limão-siciliano, pepino, melão e Aperol (R$ 45). Invenção da ala doce, os cigarrinhos instagramáveis feitos de biscoito e chocolate chegam em um cinzeiro (R$ 24, a dupla). Jardins: Rua Bela Cintra 1.551, 1º andar (982327677). Ter a qui, das 19h às 23h. Sex, das 19h à meia-noite. Sáb, das 12h às 16h30 e das 19h30 à meia-noite.
O pequeno salão envidraçado e de decoração minimalista reflete o cardápio enxuto e criativo. No dia a dia da cozinha, ingredientes sazonais se transformam em combinações surpreendentes, como a manjubinha servida em azeite de salsão e alga marinha kombu (R$ 65), acompanhada de pão para aproveitar o prato até o fim. Da cozinha aberta chegam pratos como o cupim de casquinha dourada e crocante, guarnecido de musseline de batata (R$ 150). Também há boas opções veganas: uma delas traz repolho e alface na brasa, servidos sobre muhammara (pasta árabe de pimentão) e caramelo de romã, o que resulta em um interessante jogo de texturas e temperaturas (R$ 56). Para completar o programa, há carta de vinhos variada, além de cervejas, drinques e coquetéis sem álcool. O excêntrico leva redução de tangerina com puxuri, uma semente amazônica, xarope de beterraba e club soda (R$ 38). Vila Madalena: Rua Harmonia 815 (31 99121-6648). Ter a sex, das 19h às 23h. Sáb, das 12h30 às 16h e das 19h às 23h. Abre nos dois últimos domingos do mês, das 12h30 às 17h.
Com cardápio variado e pratos bem executados, a casa funciona todos os dias no almoço e no jantar. Durante a semana, pode-se escolher sempre entre quatro opções de prato principal — sendo uma vegetariana —, em pedido que inclui entrada e sobremesa. Os preços variam de R$ 64 a R$ 74. Entre as sugestões das sextas, o filé à milanesa, que goza de merecida fama, é escoltado por purê de batatas e salada de rúcula (R$ 72). O cardápio regular é democrático: vai do arroz negro com frutos do mar (R$ 98) ao hambúrguer de costela com saladinha e fritas (R$ 69). Os bolinhos de arroz são uma boa maneira para abrir os trabalhos (R$ 25, quatro unidades), mas alguns pratos também podem ser pedidos em tamanhos adequados à fome do dia. Pinheiros: Rua Ferreira de Araújo 419 (2609-6939). Dom a qui, das 12h às 23h. Sex e sáb, das 12h à meia-noite. Higienópolis: Rua Armando Álvares Penteado 12 (3562-8003). Dom a qui, das 12h às 23h. Sex e sáb, das 12h à meia-noite. Mais um endereço.
Manter a qualidade e o padrão com cardápio para lá de diversificado e dez unidades só em São Paulo não é tarefa simples, mas vem sendo cumprida há mais de 30 anos. Conhecida pelos salões amplos e pelo bufê variado, a rede oferece estação de massas, carnes, antepastos, frios e saladas, tudo sempre fresco e bem executado. O segredo? Cada unidade prepara tudo in loco, diariamente. No bufê, come-se à vontade por R$ 136 (do jantar de sexta ao almoço de domingo) e por R$ 119 ou R$ 124 (a depender da unidade) durante a semana. No cardápio, os clássicos atum em crosta de gergelim, ravióli verde ao molho de tomate concassé e polpettone com mozzarella estão sempre disponíveis. Prefere à la carte? A variedade é boa: do carré de cordeiro com acompanhamento (R$ 148) às massas frescas, em que se escolhe o formato e o molho (R$ 85) — dá, por exemplo, para montar nhoque ao molho bolonhesa ou fettuccine ao sugo. Do forno a lenha saem pães e 20 sabores de pizza (a margherita custa R$ 125). Cerqueira César: Conjunto Nacional. Alameda Santos 2.152 (91021-3139). Seg a sex, das 12h às 15h15 e das 19h às 22h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h e das 19h às 22h. Itaim Bibi: Rua Leopoldo Couto Magalhães Júnior 831 (3078-3351). Seg a sex, das 11h30 às 15h15 e das 19h às 22h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h e das 19h às 22h. Mais oito endereços.
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Pegue o elevador panorâmico do Hotel Unique e suba até o último andar: você vai chegar ao restaurante com vista para o Parque do Ibirapuera e o horizonte recortado pela Avenida Paulista. O cardápio assinado pelo chef-celebridade Emmanuel Bassoleil é extenso, variado e passeia por diferentes culinárias, da japonesa à francesa. Entre as novidades, a língua bovina é braseada por 12 horas e servida no próprio caldo com um toque de mel de jataí, tartare de pera com dill e fatias de pão (R$ 110). Desde 2002 no cardápio, o risoto PF (R$ 115) ganhou outra versão: agora reúne arroz arbóreo, feijão, charque, couve, queijo coalho, farofa, tartare de banana-da-terra e ovos de codorna fritos. O robalo no vapor segue o mesmo desde 1992: ao creme de champanhe com purê de inhame e caviar Mujol (R$ 215). Em dúvida na sobremesa? Aposte no café gourmand (R$ 65), que traz um pouco de tudo: pequenas porções do crème brûlée de cardamomo, do pudim macchiato, da baklava e um macaron de chocolate. Às noites tem DJ. Jardim Paulista: Av. Brigadeiro Luís Antônio 4.700 (3055-4700). Seg a sex, das 12h às 15h30 e das 18h à meia-noite e meia. Sáb, das 13h às 15h30 e das 18h à meia-noite e meia. Dom, das 13h às 15h30 e das 18h às 23h30.
Badalado desde a abertura, tanto pelo ambiente quanto pelo público que ocupa os sofás vermelhos do salão, é um ponto de encontro paulistano desde 1994. Funciona bem no almoço, durante a semana, e ganha perfil mais agitado à noite. O lugar é moderno, mas a carta de drinques é clássica: fitzgerald (R$ 43), whisky sour (R$ 48) e negroni (R$ 48) dividem espaço com vinhos, cervejas e opções sem álcool. Entre as atrações do cardápio, o steak tartare, finalizado à mesa (R$ 91), e o penne com molho de creme de leite, melão e presunto cru (R$ 105) são clássicos da casa, assim como a caprichada taça de morangos, creme batido, suspiros e amêndoas (R$ 41, a versão menor). Cerqueira César: Alameda Ministro Rocha Azevedo 72 (3283-0946). Seg a qua, das 12h às 15h e das 18h30 às 23h. Qui e sex, das 12h às 15h e das 18h30 à meia-noite. Sáb, das 12h à meia-noite. Dom, das 12h às 23h. Vila Olímpia: Shopping JK Iguatemi. Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041 (3079-3448). Seg a qua, das 12h às 15h e das 18h30 às 23h. Qui e sex, das 12h às 15h e das 18h30 à meia-noite. Sáb, das 12h à meia-noite. Dom, das 12h às 23h.
O endereço na Vila Madalena, que só abre as portas durante o dia, serve comida saborosa, delicada e sem afetação. Atração entre os pratos principais, o arroz de camarão (R$ 98), perfeitamente cozido, com alho-poró e tomatinhos envoltos por um caldo viscoso, é finalizado com chips de batatas bem crocantes. O menu executivo, que muda toda semana, inclui entrada, principal e sobremesa por R$ 74. O visitante pode esbarrar com pratos como picadinho, parmegiana de berinjela e peixe com purê de banana. Uma dica importante: deixe tempo e espaço para a sobremesa. O bolo de milho cremoso (R$ 28) é de comer lentamente, para se aproveitar cada colherada. Outra doce pedida, a torta de maçã com creme inglês (R$ 35) é uma das “culpadas” pela boa fama do Taboa, mas é preciso se programar: a sugestão só aparece no cardápio nos finais de semana. Vila Madalena: Rua Medeiros de Albuquerque, 313 (93723-1047). Qua a sex, das 12h às 15h. Sáb, das 12h às 18h. Dom, das 12h às 16h30.
Em um dia ensolarado ou em uma noite de céu aberto, pegue o elevador do Museu de Arte Contemporânea da USP, o MAC, e suba até o rooftop, no oitavo andar, para almoçar ou jantar diante de bela vista da cidade. Instalado em 2018 no terraço do prédio com projeto assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o restaurante tem culinária majoritariamente brasileira e toques modernos no cardápio. Comece pelos camarões fritos sobre cremoso e aromático vatapá (R$ 98), ou pelo torresmo acompanhado de picles feitos na casa, bom contraponto à gordura da carne (R$ 69). Adiante, duas sugestões são arroz de frutos do mar (R$ 139) e nhoque de mandioquinha com queijo taleggio, creme de taioba, ora-pro-nóbis e manteiga trufada (R$ 99). Para encerrar, o clássico romeu e julieta é representado por um bolo de rolo elegantemente empratado com creme de queijo, sorvete de iogurte e goiabada (R$ 39). Vila Mariana: Av. Pedro Álvares Cabral 1.301, 8° andar (2658-3188). Ter a sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 17h.

