Mais do que uma nova política migratória, o decreto assinado na quinta-feira pelo presidente argentino Javier Milei é interpretado por analistas como mais um capítulo de sua estratégia de mobilização política. Ao endurecer as regras para barrar a entrada e facilitar a expulsão de estrangeiros acusados de promover discursos de ódio contra a Argentina, o governo transforma em política de Estado uma narrativa que vinha sendo construída desde a Copa do Mundo: a de que o país seria alvo de uma campanha internacional de difamação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

