As rajadas de vento que ultrapassaram os 100Km/h no Rio, os ciclones que atingiram o Sul do país e as secas na Amazônia colocaram as distribuidoras de energia diante de novo desafio: eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes, intensos e difíceis de prever. Os impactos do Super El Niño vêm levando empresas a revisar planos de contingência, antecipar investimentos e ampliar a preparação para cenários que, até pouco tempo, eram excepcionais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

