O historiador Henrique Barahona e o geólogo Gilberto Dias estão pesquisando os destroços de um navio que transportava escravizados nas Ilhas Maricás — um pequeno arquipélago com cinco ilhas na cidade vizinha. Ainda não se sabe se são os “restos mortais” dos barcos “Maltesa” ou do “Piratinim” — ambos interceptados pela marinha britânica. A identificação está a cargo do AfrOrigens, um instituto que integra uma rede mundial de pesquisadores que procuram estes destroços. No Brasil, já foram descobertos vestígios desses navios negreiros no Maranhão, na Bahia e também em Angra dos Reis. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Pesquisadores investigam destroços de navios negreiros nas Ilhas Maricás
O historiador Henrique Barahona e o geólogo Gilberto Dias estão pesquisando os destroços de um navio que transportava escravizados nas Ilhas Maricás — um pequeno arquipélago com cinco ilhas na cidade vizinha. Ainda não se sabe se são os “restos mortais” dos barcos “Maltesa” ou do “Piratinim” — ambos interceptados pela marinha britânica. A identificação […]