A Polícia Civil de São Paulo cumpriu um mandado de busca e apreensão em um imóvel usado para falsificar bebidas alcoólicas, no Jardim Pizarro, na cidade de Monte Alto. De acordo com as investigações, o local era operado por uma organização criminosa que atuava em um esquema milionário, que envasava bebidas de baixíssima qualidade em garrafas de marcas famosas.
- ‘Não é mero objeto inanimado’: o que alegava a mulher que pediu auxílio-maternidade por bebê reborn
- De modelo a freira: saiba quem é irmã Eva que chamou atenção pela beleza em Goiânia
O grupo revendia os produtos por valores semelhantes aos originais. Em um dos casos apurados, um litro de uísque de R$ 5 era vendido por até R$ 200 como se fosse uma bebida premium. As garrafas adulteradas eram distribuídas para adegas localizadas nas periferias de São Paulo.
A polícia localizou três integrantes do esquema. Um deles, considerado o chefe da organização, foi preso nesta quinta-feira (29) durante a operação, de acordo com informações do Metrópoles.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a ação faz parte da segunda fase da operação Parece, Mas Não É, iniciada em janeiro. Na casa de um dos suspeitos foram encontradas cerca de 5 mil garrafas de uísque falsificado.
Para enganar tanto os lojistas quanto os consumidores, o grupo criminoso utilizava um coquetel químico capaz de disfarçar o sabor das bebidas falsificadas.
As investigações prosseguem para identificar outros suspeitos.