Nos últimos anos, diversas celebridades internacionais chamaram atenção por mudanças drásticas na aparência. Procedimentos estéticos realizados sob sigilo resultaram em transformações impressionantes, mas com poucos detalhes confirmados publicamente, o que alimenta boatos e especulações.
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Lindsay Lohan, 39 anos, retornou aos holofotes rejuvenescida e quase irreconhecível, especialmente após estrelar um filme natalino. A ausência de confirmação oficial sobre o que fez gerou teorias que vão de técnicas minimamente invasivas a cirurgias completas. A atriz nega ter realizado cirurgias plásticas e atribui sua aparência renovada a cuidados com dieta e pele, admitindo apenas o uso de botox para suavizar sinais da idade.
Ariana Grande, 32, também provocou comentários ao surgir com proporções faciais mais finas e alongadas. Rumores apontaram para possíveis intervenções como lifting nos cantos externos dos olhos, o chamado “fox eyes”, ou rinoplastia, mas a cantora afirmou que nunca passou por cirurgias plásticas. Ela revelou que os únicos procedimentos estéticos aos quais se submeteu foram preenchimentos faciais e aplicações de botox, dos quais abriu mão há alguns anos.
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Bella Hadid, 28, admite ter feito apenas uma rinoplastia na adolescência e diz nunca ter usado preenchimentos. Mesmo assim, seu rosto é alvo de especulações sobre possíveis retoques, como lifting nos olhos ou ajustes no maxilar, que ela nega, atribuindo as mudanças ao amadurecimento, à maquiagem e ao uso de “face tape”, técnica que traciona a pele temporariamente.
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Khloé Kardashian, 41, revelou ter feito uma rinoplastia e alguns procedimentos não cirúrgicos, como aplicações estéticas, mas continua sendo alvo de rumores sobre cirurgias faciais adicionais e contorno corporal, que ela nega. Em entrevistas, afirmou que não se adaptou ao botox e prefere intervenções menos invasivas.
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Segundo a cirurgiã plástica Thamy Motoki, especialista em estética da Revion International Clinic, o silêncio de celebridades sobre seus procedimentos não é por acaso. Ela explica que no atendimento a esse público a confidencialidade é prioridade absoluta, seguindo o sigilo médico previsto em lei e, em muitos casos, reforçado por contratos de confidencialidade assinados tanto pelo profissional quanto pela equipe de apoio.
Esses acordos, conhecidos como NDAs (Non-Disclosure Agreements), determinam que nenhum detalhe sobre o procedimento, a data ou até mesmo a presença do paciente seja divulgado sem autorização prévia. A Revion International Clinic, que será inaugurada no Brasil, foi projetada para atender pacientes internacionais e de alto perfil, com um ecossistema completo de procedimentos de contorno corporal, atendimento bilíngue e hotelaria integrada, oferecendo um padrão de discrição comparável ao das principais capitais médicas do mundo.
A cirurgiã Ana Penha, também da clínica, acrescenta que o cuidado vai além dos documentos, envolvendo entradas e saídas privativas, horários exclusivos e ajustes na agenda para que o paciente tenha uma experiência discreta. Mesmo diante da curiosidade pública ou da pressão da mídia, reforça, é fundamental preservar a decisão do paciente sobre o que quer ou não revelar. O uso de NDAs, segundo ela, é especialmente comum entre figuras públicas que querem proteger informações sobre procedimentos, podendo incluir cláusulas de confidencialidade de imagens, proibição de comentários públicos e multas em caso de vazamento. Para as especialistas, a prática está alinhada à ética médica, pois reforça o direito do paciente à privacidade.