Futebol, política e religião não se misturam, costuma-se dizer. Se fosse verdade, provavelmente a reta final desta eleição teria outros assuntos, as discussões políticas não estariam tão parecidas com uma arquibancada e eu também não teria passado os últimos dias olhando para pesquisas presidenciais com a cabeça de quem já precisou explicar por que uma torcida cresceu, outra diminuiu e uma terceira ultrapassou um rival numa tabela em que, depois dos quatro ou cinco primeiros colocados, praticamente todo mundo cabe dentro de poucos pontos percentuais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Que Jogo É Esse: o que pesquisas de torcida podem ensinar sobre a eleição
