Na novela “Vale tudo”, se não fossem os irmãos Poliana e Aldeíde, Raquel estaria perdida no Rio de Janeiro. Tanto na versão atual, de Manuela Dias, quanto na original, de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères, a família Candeias acolhe a guia de turismo em casa enquanto ela busca solução para os problemas com a filha, Maria de Fátima, que vendeu a casa da família em Foz do Iguaçu e fugiu com o dinheiro.
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Em 1988, coube a Pedro Paulo Rangel o papel de Poliana, apelido de Aldálio em referência ao personagem da literatura que preza pela inocência. Lilia Cabral interpretou Aldeíde, e os dois tinham os mesmos trabalhos da versão atual. No início da novela, ele era dono de bar no bairro do Catete e ela, secretária da TCA junto com Consuelo, na época Rosane Goffman.
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À medida que a trama avançou, Poliana e Raquel se tornaram sócios num restaurante e, depois, numa empresa de cozinha industrial. Aldeíde, por sua vez, cansou dos maus tratos de Marco Aurélio e aceitou uma proposta de casamento de homem rico, mais velho do que ela, e foi morar em Portugal. Pouco depois, ele morre e ela volta para o Brasil cheia da grana e de vontade de ficar famosa.
