O manicômio tributário brasileiro levou diversas empresas a definir sua malha logística de acordo com os incentivos concedidos por estados e municípios. Atraídas por vantagens tributárias, as companhias se acostumaram a montar centros de distribuição (CDs) distantes dos maiores mercados consumidores. O crescimento da indústria farmacêutica em Goiás é um exemplo ilustrativo. Pouco importava ver caminhões rodando milhares de quilômetros a mais todos os meses para levar os remédios aonde seriam usados. O aumento do tráfego nas estradas, com todo consumo de combustível e emissão de poluentes, compensava para o fabricante. A ineficiência logística passou a ser um corolário das isenções de impostos. Num levantamento da consultoria Ilos em 2023, as empresas relatavam que 40% de seu faturamento estava associado a CDs localizados de acordo com incentivos tributários. No setor de bens de consumo, 58%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Reforma tributária já começa a surtir efeito positivo na logística
O manicômio tributário brasileiro levou diversas empresas a definir sua malha logística de acordo com os incentivos concedidos por estados e municípios. Atraídas por vantagens tributárias, as companhias se acostumaram a montar centros de distribuição (CDs) distantes dos maiores mercados consumidores. O crescimento da indústria farmacêutica em Goiás é um exemplo ilustrativo. Pouco importava ver […]