Um resultado primário de 2% do PIB, essa deveria ser a meta do novo governo. Na avaliação do economista Manoel Pires, do FGV Ibre e coordenador do Observatório Fiscal da FGV, esse é um número factível e que permitiria esfriar um pouco a economia, fazer a inflação ceder e abriria espaço para o Banco Central reduzir a taxa de juros, desenhando uma mudança na trajetória da dívida pública, que alcançou 82,9% do PIB em agosto, e será um dos principais desafios do próximo presidente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Resultado primário de 2% do PIB é factível e poderia mudar trajetória da dívida pública, diz Manoel Pires
