A Prefeitura do Rio inaugura neste domingo o Rio Museu Olímpico, primeiro espaço do gênero na cidade e novo equipamento cultural dedicado à memória dos Jogos de 2016. Instalado no andar superior do Velódromo, no Parque Olímpico da Barra, o museu celebra os nove anos da realização das Olimpíadas do Rio — comemorados na próxima terça-feira — e passa a integrar oficialmente a The Olympic Museums Network, rede global chancelada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), que agora conta com 37 instituições no mundo. A abertura para o público será na terça-feira.
Apresentado à imprensa nesta sexta-feira, o museu reúne um acervo de mil peças, sendo 300 em exposição, distribuídas em 13 áreas temáticas. O espaço oferece ao público cerca de 80 atividades e experiências imersivas que relembram os momentos marcantes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 e ressaltam o impacto do evento no esporte mundial e na transformação urbana do Rio.
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Durante os dois primeiros meses, o museu funcionará em regime de soft opening, de terça a sábado, das 10h às 14h, com entrada gratuita mediante cadastro no site museuolimpico.rio, que entrará no ar na segunda-feira. Nessa fase experimental, o acesso será limitado a 120 visitantes por dia, divididos em quatro grupos. Após esse período, a visitação passará a ser cobrada, com valor ainda a ser definido.
Alguns itens que o público poderá ver no acervo:
- A faixa preta que a judoca Rafaela Silva ganhou medalha de ouro em 2016.
- A bola da final de vôlei de quadra masculino que o Rio conquistou medalha de ouro.
- Tochas, medalhas, moedas e ingressos para competições.
- Uniformes da cerimônia de abertura e encerramento da Olimpíada e do revezamento da tocha.
Ao todo, o custo para implantar o museu foi de R$ 118 milhões, sendo R$ 73 milhões em obras e R$ 45 milhões para a iconografia.